Já faz três dias que eu estou presa nessa p***a de quarto, todos os dias eles trazem comida para mim, tento não comer mas minha barriga não ajuda. Se eles acham que vão me prender aqui para sempre, estão muito enganados, já vi que altura daqui para o chão não é muito alto, então estou fazendo uma corda de lenços para sair daqui hoje a noite.
Levanto da cama irritada e vou caminhando para o banheiro tomar um banho para me distrair um pouco, porque se não é capaz de que eu chute mais ainda aquela porta do inferno.
Retiro minhas roupas e entro de baixo do chuveiro deixando as gotas da água cair sobre meu corpo relaxado. Levanto o rosto fazendo água cair em minha face, logo em seguida fecho os olhos.
Porque eles estão fazendo isso comigo? – Penso.
Solto um suspiro de frustração por não ter uma resposta mais logo desligo o chuveiro e saiu da box pegando o roupão que estava em cima da pia que eu tinha colocado. Saiu do banheiro com a mente longe que nem percebi que tinha alguém no quarto, me viro para ir no closet quando me assusto com os setes me olhando fixamente.
- O que vocês querem!? Vão me deixar ir embora? – Pergunto sem rodeio.
- Primeiro, fale baixo. – O senhor Namjoon fala calmamente.
- Eu falo como eu quiser, vocês não mandam em mim. – Falo irritada, cruzo os braços. – Eu quero saber o que querem comigo? Me deixem ir embora.
- Já disse que você não vai! – O senhor Yoongi responde falando alto..
- Vocês não mandam em mim!!! Eu vou embora querendo vocês ou não. – Respondo falando alto.
Eles suspiram parecendo que estão se acalmando.
- O que? Vão querer me bater como sempre? Porque é isso que sempre fazem se eu faço algo errado, eu não sou suas vadias que vocês fazem o que bem entender. – Respondo chateada.
- Nós sabemos que você não é igual as outras garotas. - O senhor Park responde com os braços cruzados.
- Mas parece que eu sou para vocês, me tratam como uma qualquer, num momento me tratam bem, depois fazem sexo, depois voltam a me tratar como uma simples empregada, porque é isso que eu sou, uma simples empregada. – Falo com os olhos marejando.
- Elisa... – Interrompo logo o senhor Hoseok.
- Elisa nada, vocês só querem sexo, eu sou uma mulher e tenho p***a de sentimentos, porque eu não sou uma marionete para vocês, se querem diversão vão procurar outra pessoa, porque vocês acham que só porque são ricos e perigoso que nós mulheres devemos idolatrar vocês. Mas eu não sou assim, então eu peço que por favor me deixem ir embora, o que querem comigo? – Pergunto olhando para eles que estavam com uma expressão que não sei explicar.
- Nós a queremos, mais... – O Jungkook fala mas se cala.
- Mas não querem ser de uma e sim de varias, é isso que queria dizer? – Pergunto com uma expressão triste. – Não precisa responder, porque só o silencio responde tudo.
Vou caminhando para o closet pegando um vestido simples junto com peça de roupa intimas e volto para o banheiro e começo a me vestir.
Vou caminhando para o closet pegando um vestido simples junto com peça de roupa intimas e volto para o banheiro e começo a me vestir
Saiu do banheiro arrumada e vejo eles ainda me olhando.
- Quero ir embora, se vocês não me deixarem sair daqui, eu me mato. – Eles arregalam os olhos.
- Você não teria coragem. – O Yoongi fala.
- Teria, eu sim teria coragem, melhor morrer do que viver sofrendo com vocês.
Eles suspiram e se olham.
- Se quer ir, tudo bem, não vamos mas a impedir. – O senhor Namjoon fala com sua expressão que eu não sei identificar.
- Obrigada, podem sair? Por favor. – Eles suspiram e não falam nada, mais saem.
Solto minha respiração que nem tinha percebido que estava segurando, vou para o closet novamente e pego a mala que estava em seu canto do closet. Deixo a mala na cama aberta e começo a guarda minhas coisas, só peguei algumas roupas porque nada disso é meu e sim deles que me deram. Só estou pegando algumas roupas porque não quero ficar andando nua, mais acho que vou ficar na casa de uma amiga minha que fiz muito tempo, só não se falávamos mais porque não tinha tempo. Mas vou ver se ela pode me deixar até eu conseguir um trabalho e depois uma casa.
Largo as coisas na mala e pego meu celular que estava jogando na cama e me sento na cama procurando o número dela, acho e ligo.
Chamando...Chamando...Chamando.....Atendido.
- Alô?
- Oi Marcienny, sou eu Elisa.
- Elisa? Nossa faz muito tempo que não se falamos.
- Sim, queria te pergunta algo.
- Pode pergunta amiga.
- Será que dá para eu passar alguns dias na sua casa, até eu encontrar um novo trabalho?
- Claro que pode amiga, mas se quiser pode ficar, já que eu moro sozinha.
- Sério?
- Claro.
- Nossa, muito obrigada Marci, quando eu arrumar um trabalho te ajudarei a pagar as contas.
- Não se preocupe com isso agora amiga, mas quando você vai vim?
- Agora, me passa seu endereço.
- Claro, o endereço é xxxx na rua xxxxx.
- Ah sim, conheço, ok então até daqui a pouco.
- Até.
Ligação encerrada.
Solto um suspiro de alivio por ela ter deixado e volto logo arrumar minha mala. Quando termino verifico se a porta estar aberta, solto mas um suspiro de alivio por estar aberta, saiu do quarto com a mala e desço vendo os setes na sala, o senhor Yoongi estava com um copo de whisky na mão.
- Bom, vou indo.
Eles me olham.
- Já tem um lugar para ficar? – O senhor Seokjin pergunta.
- Sim, vou ficar na casa de uma pessoa.
Logo escuto um barulho de algo quebrando, olho para onde veio o barulho e vejo que o senhor Yoongi tinha quebrado o copo.
- Que pessoa? – Pergunta totalmente rude.
- Não interessa senhor Min. – O mesmo me olha com um olhar de negação.
- Quando quiser algo.... – interrompo a fala do senhor Park.
- Não vou querer nada senhor Park, bom, adeus.
Me curvo como um respeito e saiu da mansão dele vendo o motorista.
- Bom dia senhorita, vai querer carona? – Pergunta se aproximando.
- Claro.
Entramos no carro e digo o endereço para ele.
- João?
- Sim senhorita? – Pergunta me olhando pelo retrovisor.
- Pode me fazer um favor?
- Claro.
- Não diga nada a ele onde eu estou, por favor eu lhe imploro, não diga a eles onde você me deixou, diga que me deixou no ponto de táxi e depois não sabe de nada. – Peço implorando.
O mesmo suspira e logo concorda.
- Tudo bem senhorita.
- Obrigada.
O mesmo da um sorriso e volto a olhar para fora da janela, encosto minha cabeça na janela.
Uma nova vida, novo emprego.
Um recomeço.
Três meses depois.
Bom, vou conta o que aconteceu nesses três meses. Eu estou morando com Marcienny, uma ótima amiga, uma ótima irmã e uma ótima conselheira. Esses três meses não foram nada fácil para mim, podem me achar i****a ou burra, mas eu sentia e ainda sinto falta dos toques deles, do jeito bruto de cada um deles, eu passava a madrugada toda chorando por me sentir tão i****a em pensar neles, eles me tratavam como uma simples empregada, só brincavam comigo e eu ainda ficava chorando por falta.
Marcienny ficava comigo nas madrugas me acalmando, mesmo eu dizendo que não precisava, mas ela até me bateu dizendo que se eu falar novamente que não precisava dela no quarto, ele me tacava da janela. Naquele dia eu rir mas rir tanto que minha barriga doeu, mas eu agradeço a ela por isso, foi ai que pensei, porque eu estou sofrendo? Acho que eles nem estão nem ai para mim.
Então no outro dia eu sai preparada a mudar, deixar o meu passado para trás, seguir em frente como eles estão fazendo. Sai procurando emprego, nas escolas, nas creches, nos mercados, lanchonete e até em uma biblioteca, tinha deixado meu currículo em todos esses lugares, fiquei chorando em casa por pensar que não conseguiria um emprego, até a escola na qual eu tinha deixando o currículo me chamou.
No outro dia eu estava na frente da escola Universo Infantil, achei o nome até fofo, mas quando eu entrei na escola, pedi a Deus que eu não fosse aceita nessa escola, pelo amor de Deus, era um bando de demônios pequenos correndo para lá e para cá jogando tinta na parede, jogando papel.
Mais como eu sou azarada eu fui aceita na escola como professora dos alunos/demônios mais ruins da escola, que não trata os professores bem, não sei como eles tem medo desses demônios, mas descobrir o porque, quando eu tava dando uma soneca na sala eu acordei com tinta no cabelo e desenhos de tinta pelo meu rosto, aquilo me deixou p**a. Eu quase matava aqueles seres do m*l.
Mas com o tempo eu domei eles, mas eles não aceitam ordem de nenhum professores a não ser eu, são filhos do papai eles, mas me apeguei muito a eles e nunca quero os deixar.
Dias atuais.
No momento eu estava agora fazendo o café da manha para mim e pra Marcy, estava fazendo panquecas porque estou com muita preguiça de fazer um café digno.
- Bom dia. – Fala Marcy entrando na cozinha com cara de sono.
- Bom dia amiga. – Me aproximo dando um beijo na testa dela. – Quer café?
- Quero.
Pego a xícara e logo começo a colocar o café no copo, coloco uma colher de água e mexo entregando a ela.
- Vai trabalhar hoje? – Pergunto colocando a panqueca no prato.
- Vou, tenho dois pacientes para atender. – Responde bebendo o café.
A Marcy ela é uma psicóloga e por isso as vezes ela me entende e me ajuda.
- E você? – Pergunta me olhando.
- Claro, se não aqueles demônios pequenos destrói a escola toda. – Respondo rindo e a mesma me acompanha.
Horas depois.
Entro no carro junto com ela, ela sempre me deixa na escola e vai para seu consultório, ela é a psicóloga que é muito famosa aqui na Coréia, muitas pessoas sempre procuram ser atendido por ela, mas eu tenho sorte porque não vou precisar pagar na consulta.
- Chegamos. –Para o carro na entrada.
- Obrigada, tenha um bom trabalho miga. – Do um beijo em sua bochecha e desço do carro.
- Você também. – Ela da um sorriso e acena com a mão e da a partida indo para o seu trabalho.
Entro na escola dando bom dia ao policial.
- Bom dia senhorita Elisa. – Me viro vendo a diretora Vanessa.
- Bom dia Vanessa, já falei para só me chamar de Elisa. – A mesma da de ombro.
- Tudo bem Elisa. – A mesma da uma risada. – Seus alunos já estão na sala.
- Eita os demônios chegaram. – Sussurro para ela não ouvir.
- O que dize? – Pergunta me olhando confusa.
- Que já estou indo para sala antes que eles toque fogo na sala. – Do uma gargalhada pela cara de espanto dela.
- Não brinque com isso Elisa. – Rio mas ainda.
- Vou indo. – A mesma concorda.
Volto a caminhar para minha sala ainda rindo, todos nessas escola tem medo dessas pragas, mas eu digo de cara de anjos eles só tem o rosto, porque eles colocam um adulto a correr, até eu corri deles.
- Bom dia meus anjinhos. – Falo ao entrar na sala.
- Bom dia professora Elisa. – Falam gritando.
Jesus vou acabar ficando surda. – Penso.
- Não gritem crianças, vão acabar ficando com dor na garganta. – Repreendo eles.
- Sim senhora. – Respondem todos juntos sem gritar.
- Muito bem, fizeram atividade de casa? – Pergunto quando me sento na cadeira deixando minha bolsa na mesa.
- Sim. – Respondem todos juntos.
Esses meninos ensaiaram? Para falar tanto juntos, porque meu Deus. – Penso.
- Tragam, deixem os cadernos aqui na mesa, vou pegando de um por um. – Respondo dando um sorriso.
Assim eles fazem deixando os cadernos na mesa, vou pegando um por um dando o visto.
- Pronto estão todos de parabéns por ter feito a lição de casa, venham pegar seus cadernos. – Eles param de brincar e vem pegando cada um seus cadernos.
- Professora ler uma história para a gente. – A Vitória fala chamando minha atenção.
- Qual querida? – Pergunto me levando se aproximando da rodinha que eles fizeram.
- A bela e a fera. – Responde dando um sorriso que meu Deus.
- Ah, de novo não professora. – O Gustavo fala emburrado.
- Gustavo. – Repreendo ele. – Vou eu mesma contar uma história.
- Qual professora? – Pergunta a Belinha.
- Vejamos, vai ser do Eu, do Tu e do Ele. – Falo dando um sorriso.
- Que história é essa professora? – Pergunta o Marcos.
- Um história que eu sempre gostava quando eu morava no orfanato. – Do um sorriso. – Querem que eu conte a história?
- Sim professora. – Eles respondem com um sorriso lindo no rosto.
- Bom, vamos começar.
Era uma vez o Eu, o Tu e o Ele que moravam na mesma rua, numa pequena cidade.
Cada um deles vivia numa linda casinha, muito confortável, com vista para o mar. Os três tinham uma boa vida pois nada lhes faltava: tinham boa comida, muitos brinquedos e uma caminha muito fofinha onde todas as noites se aconchegavam e sonhavam lindos sonhos.
Mesmo não tendo nada de mau nas suas vidas, o Eu, o Tu e o Ele sentiam que algo lhes faltava, mas não conseguiam descobrir o quê.
Numa linda manhã de sol, cada um deles saiu da sua casinha para dar um passeio, e coincidiu de se encontrarem, os três, à beira mar. Por um instante, ficaram a olhar uns para os outros espantados, pois nunca se tinham visto antes.
Então os três, curiosos em saber quem era cada um deles, começaram a falar todos ao mesmo tempo, perguntando uns aos outros, quem eram, onde viviam e quais eram as suas brincadeiras favoritas.
Depois de muita conversa, gargalhadas e brincadeiras, o Eu, o Tu e o Ele descobriram finalmente aquilo que lhes faltava... Eles precisavam de amigos! Precisavam de outros com quem pudessem partilhar os seus afetos, as suas conversas e brincadeiras.
A partir daí, o Eu, o Tu e o Ele, passaram a ser Nós, um grupo de amigos muito unidos e feliz!
- E fim. – As crianças estavam com um maior sorriso.
- Ah professora conta de novo por favor. – Pede o Gustavo.
- Sim professora, conta de novo por favorzinho. – Fala a Belinha juntando as mãos.
Acabo rindo.
- Tudo bem.
Começo novamente a contar a história para eles.
Min Yoongi P.O.V
Antes de a Elisabeth embora.
Eu estava puto, se aquele cara acha que vamos deixar ele tocar nela, ele estar muito enganado, eu o mato antes dele tocar nela.
- Então meninos, o que vai ser? Ela dormir comigo? Ou vocês mostram que não sentem nada por aquela simples empregada. – Ele da um sorriso malicioso.
- O que você quer estar querendo dizer? – O Jungkook pergunta.
- Simples, mostrem que não sente nada por ela e durma com minhas garotas. – Ele aponta para as meninas que estavam com eles.
Não posso negar em dizer que são feias, pós não são.
- Mostrem que não sente nada por ela e transem com as minhas garotas.
Olho para meus irmãos e concordamos com a cabeça.
- Aceitamos. – Falamos juntos.
Horas depois.
Estávamos colocando a roupa quando o mesmo bate palmas.
- É, vejo que não sentem nada por aquela garota. – Reviro os olhos.
- Já teve sua confirmação, agora temos que ir. – Falo num tom frio.
- Oh, claro, mas quero ainda ver que não sentem nada por ela, minhas garotas vão ficar de olho em vocês, quando elas forem na sua mansão quero que transem com elas e que a querida emprega escute. – Da um sorriso e volta a se sentar na cadeira. – Simples assim.
Desgraçado. – Penso.
- Tudo bem, se assim que você quer, assim será. – O Namjoon responde.
(..........)
Uma semana depois.
Estávamos fazendo tudo que aquele filho da p**a mandou, fizemos sexo com aquelas putas de merda para a Lisa ver e ouvir, aquilo me deixava puto da vida, não era a garota que eu queria t*****r e sim a Lisa que eu queria. Mas não podemos fazer nada a não ser obedecer aquele filho da p**a, pós se ele souber que a Elisa é o nosso ponto fraco, ele vai sair espalhando para outras máfias e será uma grande guerra e nós não queremos que ela corra o risco de ser sequestrada ou morta.
Eu via a tristeza no olhar da Lisa e aquilo me partia o coração, não só a mim como meus irmãos também, as vezes eu passava pelo quarto dela de madrugada e escutava soluços dela. O que eu mas queria era entrar no quarto e abraça ela dizendo que estar tudo bem, mas não podia fazer isso com essas putas aqui dentro.
(......)
Meu coração quase parava no momento que vi a Lisa toda molhada e com um olhar de medo, logo o Namjoon se pronuncia todo preocupado, pós ele não era o único.
- Você estar bem? O que aconteceu? – O Namjoon pergunta segurando o rosto dela checando se a mesma estava com algum machucado.
- Eu não sei direito, só vim limpar a piscina quando alguém me empurrou, só ouvir risadas femininas e logo nem escutei e nem vi mas nada. – A mesma suspira olhando para nós.
Meu coração tava batendo a mil de tanta preocupação, se o Hoseok não estivesse chegando naquele momento, ela estaria morta, só de pensar nisso o meu coração fica angustiado.
- Ela poderia ter morrido. – O Namjoon fala olhando para nós ainda segurando o rosto da mesma.
- Eu vou indo para o quarto trocar de roupa, com licença. – Quando a mesma ia passar por algum de nós o Jungkook segura o braço dela fazendo ela parar no caminho.
- Posso ajudar senhor? – A mesma pergunta para ele o fazendo suspira e logo soltando o braço dela negando com a cabeça.
- p***a ela poderia ter morrido. – Falo cheio de ódio.
- Nós sabemos irmão, se eu descobrir quem foi eu mato. – O Jimin fala suspirando frustrado assim como todos nós estamos.
Logo começamos a escutar barulhos e gritaria, formos correndo para ver o que estava acontecendo, logo nós ver a Lisa em cima da Jennifer a batendo sem pena alguma, gostei. Logo o Taehyung vai até a mesma a puxando de cima dela.
- Me solta c*****o! Eu vou acabar com a vida dela, já que essa da o cu tentou acabar com a minha. –A mesma tenta se soltar dos braços do Taehyung , logo o mesmo da uma mordida de leve no ombro dela.
- Já chega Elisa, ela já mereceu o que devia, agora deixe com meus irmãos que eles vão resolver agora. – O Taehyung fala com autoridade a fazendo para na hora.
Logo o Taehyung pega ela no colo passando por nós, logo meus olhos vão para a Jennifer que estava encolhida no chão chorando baixo.
Cínica. – Penso.
- Então foi você que a empurrou? – O Jin pergunta se aproximando dela, fazendo as empregadas no local se encolher mas ainda.
- D-D-D-Desculpa s-senhor. – Pede com medo, coitada.
- Nós não desculpamos p***a nenhuma. – Grito a fazendo da um pulo pelo o susto.
Olho para o Namjoon esperando ele me da a ordem e logo o mesmo da um sorriso, fazendo eu sorrir também, logo vou me aproximando dela.
- Hoje você não me escapa querida. – Falo num tom frio.
No outro dia.
Depois de ter torturado a Jennifer até a morte, eu e os meninos mandamos as outras empregadas que estavam ajudando a Jennifer para casa de prostituição. Elas vão se da bem, já que são um bando de vadias procurando diversão. Quando eu estava saindo da sala de tortura ontem de noite, passei pelo quarto do Taehyung e só ouvia os gemidos da Elisa, tinha gostado de ouvir os gemidos dela de dor misturado com o prazer que meu irmão mas novo tava a proporcionado.
Mas no dia seguinte o mesmo estava com um belo sorriso no rosto mas não falamos nada, estávamos no escritório falando sobre o novo carregamento que chegara na próxima semana, mas o Jungkook saiu dizendo que ia ver como ela tava, só concordamos e voltamos a conversar.
- Eu acho que deveríamos colocar rastreador no caminhão e câmeras pequenas. – Falo olhando para o mapa.
- Eu também acho, porque se der algo errado, sabemos onde estará o caminhão. – Responde o Taehyung.
- E também se alguém nos trair. - Agora foi a vez do Jimin responder.
- Bom, vou ver também como a Elisa estar, depois volto para resolvemos mais. – O Jin fala saindo da sala.
- Bom, devemos colocar também explosivo no caminhão Namjoon. – O mesmo me olha com a sombrancelha erguida. – Para o caso de que se alguém pegar o caminhão, tipo a policia, assim explodimos o caminhão. – Do um sorriso.
- Adorei a idéia. – O Jimin fala com um sorriso também no rosto.
- Concordo, gostei muito. – O Namjoon fala.
Quando ia falar algo o Jungkook entra no quarto novamente.
- Que cara é essa? – O Jimin pergunta.
- É que a Elisa me tratou muito m*l, me deu vontade de bater nela, mas não fiz porque o corpo dela já tem marcas o suficiente. - O mesmo olha para o Taehyung que deu de ombro.
- Ela mereceu. – O mesmo responde ainda olhando para o mapa.
- Mas não precisava pegar tanto pesado Taehyung. – O Namjoon repreende ele.
- Ta, foi m*l. – Responde revirando os olhos.
Quando o Namjoon ia repreende ele novamente o Jin entra também com uma cara nada boa.
- Que cara é essa também? – Agora foi minha vez de pergunta.
- Ela gritou comigo e acabei dando uma tapa na cara dela. – Responde irritado.
- Vou falar com ela. – O Hoseok sai do escritório.
- Jin, ela acabou de ser surrada pelo Taehyung e ainda você deu uma tapa nela, agora sim ela vai nos odeia mais. – Respondo com os braços cruzados.
- Não estou nem ai, ela tem que aprender a nos respeitar querendo ou não. – Falamos mas nada.
Voltamos a conversar sobre o plano quando ouvimos gritaria no andar de baixo. Saímos rapidamente do escritório e descemos as escadas vendo a Elisa discutindo com o Hoseok.
- Porque logo eu?!! – A mesma grita fazendo ele arregala os olhos. – Porque de tantas empregadas nessa casa, logo eu? – Pergunto em pé.
- Elisa.... – Ela interrompo logo ele.
- Elisa nada, você me batem, vocês me tratam como se eu fosse uma cachorrinha para vocês, isso dói, sabia? Dói ser tratada como uma ninguém, dói. – Sentia a presença deles atrás de mim. – Se querem diversão, vão procurar outra pessoa e não a mim, se curtem isso de b**m, tudo bem, não julgo. Mas eu não sou obrigada aceitar que vocês façam isso comigo, eu não sinto prazer em dor, sinto nojo, dor, medo, procurem outra pessoa que gosta de que vocês gostam.
A mesma se vira vendo nós totalmente surpresos pela sua confissão.
- Eu me demito. – Fala saindo da cozinha indo para o seu quarto.
- Nem fodendo que ela vai embora. – Falo totalmente irado.
- Yoongi. – O Namjoon tenta me parar quando passou por ele saindo da cozinha.
Vou indo para o quarto dela com muita raiva, entro no quarto vendo a mesma com celular na mão.
- Você não vai sair daqui p***a nenhuma. – Falo rude.
- Você não manda em mim, eu vou sim sair daqui. – Respondo também rude.
- Não provoca Elisa, você não vai embora daqui. – Respondo se aproximando dela – Sabe porque?
- Porque? – Pergunta já em pé, me olhando com os braços cruzados.
- Porque você é nossa. – Grudo nossos corpos, ela tenta sair mas aperto mas ainda. – Você não vai a lugar nenhum, vocês é nossa garota.
- Sou p***a nenhuma de vocês, não me tratem como uma propriedade pós eu não sou, também não sou um objeto s****l de vocês. – Ela me empurra . – Eu vou embora sim, querendo vocês ou não.
- Eu não queria fazer isso, mas você pediu Elisa. – Falo voltando para o porta.
- O que? – Pergunta sem entender.
Nem respondo.
- Não se atreva Yoongi!! – Grita fazendo eu olhar para ela com um sorriso.
- Cuidaremos do que é nosso, então vamos cuidar de você. – Falo saindo do quarto trancando o mesmo.
- YOONGI ABRE ESSA PORTA. – Da chutes na porta.
- Você escolheu isso, depois nós trazemos sua janta. – Falo calmo
- VAI SE f***r YOONGI. – A mesma da mais um chute na porta e logo escuto seu sussurro.
- Eu odeio vocês. – Não vou mentir, aquilo doeu e muito.
Volto para sala vendo todos me olhando.
- O que você fez? – O Hoseok pergunta, fazendo eu suspirar.
- A tranquei dentro do quarto. – Suspiro e vou andando até o sofá me sentando.
- O que vamos fazer Namjoon? – O Jungkook pergunta olhando para ele.
Logo todos nós também olhamos para ele.
- Se ela quer embora, vamos a deixar ir. – Responde me fazendo levantar do sofá.
- Ela não vai Namjoon. – Respondo alto.
- Não grite Yoongi. – Me repreende.
- Ah f**a-se, ela não vai e ponto final. – Falo grosso com ele.
- Se ela quer isso, não podemos fazer nada, ela quer isso, Yoongi eu estou fazendo isso pelo bem dela. – Responde se sentando no pequeno sofá.
- Como assim? – Agora quem falou o Jin.
- Nós vamos ter que viajar por três meses, vamos ter que ir para Itália resolver alguns problemas com o chefe de lá. – Responde suspirando como se estivesse cansado. – Ele estar querendo comprar nossas casas de prostituição para pegar as garotas e matar todas para vender seus órgãos no mercado n***o, então não vamos pode ficar aqui a protegendo, por isso ela tem que ir. Mas depois nós a recuperamos novamente. – Ele cruza as pernas e olhar para nós com olhar de superioridade.
Suspiro derrotado.
- Tudo bem, quando vamos? – Pergunto olhando para ele.
- Daqui a três dias, quando ela for embora, nós vamos logo em seguida. – Respondem passando a mão em seus cabelos.
- Ok.
Foi a única coisa que eu disse.
Três dias depois.
Nesses três dias nos levamos comida para ela e ficarmos resolvendo sobre a viagem e hoje era o dia de a deixar seguir sua vida.
- Vamos no quarto dela. – O Namjoon fala chamando nossa atenção, logo concordamos indo em direção ao quarto dela.
O Namjoon abre a porta e entramos, logo escutamos o barulho da porta do banheiro abrindo, a mesma sai de lá e nós olha com olhar de surpresa.
- O que vocês querem!? Vão me deixar ir embora? – Fala sem rodeio.
- Primeiro, fale baixo. – O Namjoon fala calmamente.
- Eu falo como eu quiser, vocês não mandam em mim. – Fala irritada com os braços cruzados.
– Eu quero saber o que querem comigo? Me deixem ir embora.
- Já disse que você não vai! – Respondo falando alto e logo recebo um olhar do Namjooon, reviro os olhos.
- Vocês não mandam em mim!!! Eu vou embora querendo vocês ou não. – Responde falando alto.
Nós suspiram tentando se acalma.
- O que? Vão querer me bater como sempre? Porque é isso que sempre fazem se eu faço algo errado, eu não sou suas vadias que vocês fazem o que bem entender. – Responde chateada.
- Nós sabemos que você não é igual as outras garotas. – O Park responde também com os braços cruzados.
- Mas parece que eu sou para vocês, me tratam como uma qualquer, num momento me tratam bem, depois fazem sexo, depois voltam a me tratar como uma simples empregada, porque é isso que eu sou, uma simples empregada. – Fala com os olhos marejando.
- Elisa... – Interrompe logo o Hoseok.
- Elisa nada, vocês só querem sexo, eu sou uma mulher e tenho p***a de sentimentos, porque eu não sou uma marionete para vocês, se querem diversão vão procurar outra pessoa, porque vocês acham que só porque são ricos e perigoso que nós mulheres devemos idolatrar vocês. Mas eu não sou assim, então eu peço que por favor me deixem ir embora, o que querem comigo? – Pergunta olhando para nós
- Nós a queremos, mais... – O Jungkook fala mas logo se cala.
- Mas não querem ser de uma e sim de varias, é isso que queria dizer? – Pergunta com uma expressão triste. – Não precisa responder, porque só o silencio responde tudo.
Você estar errada pequena, queremos tanto você como nossa mulher, mas agora não podemos. – Penso.
A mesma vai até o closet pegando um vestido e logo volta para o banheiro se trocar.
- Yoongi se controla, o que nos conversamos? – O Namjoon me repreende.
- Desculpa Namjoon, mas não aguento a idéia dela indo embora. – Respondo soltando um suspiro de frustração.
- Nós também não queremos, mas tenta, por favor irmão. – Concordo com a cabeça e logo ela sai do banheiro com seu vestido lindo.
- Quero ir embora, se vocês não me deixarem sair daqui, eu me mato. – Todos nos arregalamos os olhos.
- Você não teria coragem. – Falo chamando atenção dela.
- Teria, eu sim teria coragem, melhor morrer do que viver sofrendo com vocês.
Soltamos um suspiro e se olhamos, tava na hora.
- Se quer ir, tudo bem, não vamos mas a impedir. – O Namjoon fala
- Obrigada, podem sair? Por favor. – Nós suspiramos e não falamos mas nada e saímos do quarto.
Formos para sala com um aperto no coração.
- E se voltamos e ela estiver com outro? – O Taehyung fala chamando nossa atenção.
- Eu mato sem pensa duas vezes. - Respondo com um tom frio.
- Isso eu não duvido irmão. – O Jimin da uma risada fraca.
Soltamos novamente um suspiro e logo escutamos seus passos se aproximando. Vou para o balcão na sala pegando a garrafa de whisky e despejo o liquido no copo e fico bebendo quando vejo ela descendo as escadas com suas malas.
Bom, vou indo. – Fala quando chega no ultimo degrau.
Nós a olhamos e logo o Jin se pronuncia.
- Já tem um lugar para ficar? –
- Sim, vou ficar na casa de uma pessoa. – Quando ela falou isso eu sem querer quebro o copo que estava em minhas mãos.
- Que pessoa? – Pergunto totalmente rude.
- Não interessa senhor Min. – A olho com um olhar de negação.
- Quando quiser algo.... – A mesma interrompe a fala do Jimin.
- Não vou querer nada senhor Park, bom, adeus.
A mesma se curva como um respeito e saiu da mansão.
Não falamos nada em momento nenhum, o Jin tinha subido para o quarto dele eu acho, mas logo volta com o Kit de primeiros socorros e vem na minha direção, olho confuso para ele mas o mesmo aponta para minha mão. Olho para minha mão e vejo que tava sangrando, suspiro e o mesmo começa a limpar.
- Bom, ta na hora irmãos. – O Namjoon se pronuncia chamando nossa atenção.
- Tudo bem. – Respondemos juntos.
Logo o Jin enfaixa minha mão e cada um foi para seus quartos pegar as malas, pego as minhas e desço indo para sala esperar eles.
Me sento no sofá e jogo a cabeça para trás.
- Já estar pensando nela? – Ouço a voz do Jin.
- Sim, eu gosto muito dela e sei que não é só eu. – Do um sorriso ainda olhando para o teto.
- É, você estar certo. – Ele senta em meu lado.
Ficamos em silencio e logo o resto desce e formos indo para o carro, logo indo para o aeroporto.
Se divirta a vontade meu amor, pós quando voltamos você será nossa de novo.