Cartucho Narrando Entrei no quarto com ela nos meus braços, a porta bateu atrás da gente e eu já sentia o paü latejando. Joguei a Isa na cama com força, mas com cuidado, e ela caiu com aquele sorriso de deboche na boca, as pernas abertas, me chamando no olhar. — Cê não tem noção do quanto eu tô doido pra meter nessa b****a molhada. — falei rouco, subindo no colchão, me arrastando entre as pernas dela. — Desde o primeiro dia que te vi rebolando com aquela carinha de quem sabe føder. Ela mordeu o lábio, abriu mais as pernas e soltou com aquela voz sacana: — Então mete. Mas vai com calma, gostoso… porque eu vou deixar tu começar. Só começar. Depois quem vai mandar nessa pørra sou eu. — É? — sorri, já encaixando meu quadril no dela, esfregando a cabeça do paü na entrada quente. — Quero v

