Ferradura Narrando Mano, quando eu ouvi aquela gargalhada na linha... pørrä, senti o sangue ferver na veia. Peguei o telefone da mão da Júlia na estourada, com o coração batendo acelerado no peito. — Quem é esse filha da pøtã que tá com teu número, Júlia? — perguntei olhando dentro do olho dela, já imaginando mil fita errada. — Eu não sei, Leandro. Juro por Deus... vou puxar no sistema agora, vou botar pra rastrear, vou descobrir quem é esse... — Vai pørra nenhuma! — cortei ela na hora, com a mão já pegando o meu celular e tacando na direção dela. — Eu vou levar o teu. Cê vai ficar com o meu. Se esse arrombado ligar de novo, sou eu que vou atender. Se eu não tiver por perto e ele te pega desprevenida, eu juro que faço besteira. — Soltei alto com a voz carregada de raiva. Ela tentou se

