Ferradura Narrando Caralhø, mermão... pensei que eu ia aguentar ficar longe daquela filha da putä gostosa numa boa. Três dias depois que ela meteu o pé pro asfalto, a vontade era só de largar tudo aqui e meter o pé pra lá. Dormir agarradinho com ela, sentir o cheiro dela, ouvir a voz dela sussurrando no meu ouvido. A falta da pessoa dela tirava a pørra da minha paz. Paz que eu vivi por dez dias, algo que eu não sentia tem mais de quinze anos, se é que um dia eu vivi isso de verdade. Deixei ela voar porque ela precisava. Não porque eu queria, papo reto, queria não mermão. O vício que eu fiquei daquela boca... caralhø, o impossível era me conter quando ela vinha. Quando ela voltava do asfalto, o corpo dela brilhando, o sorriso de canto, a marra que ela tem... püta que pariu. Eu nem espera

