Ferradura Narrando Mano… eu juro que eu tentei me segurar, de verdade. Mas quando aquela gostosa ajoelhou no banheiro, com a água quente batendo nas costas dela e a boca descendo no meu paü... esquece. Eu buguei. — Aí, Julinha… caralhø, assim tu acaba comigo, pørra… — gemi baixinho, jogando a cabeça pra trás, os olhos revirando sem controle. Ela me olhava de baixo, aquele olhar de safadä com a boca cheia, me sugando como se fosse a pørra de um milk-shake. A língua dela rodava na cabeça, depois ela engolia tudo, ia até o talo, me dava uma olhada e voltava com a boca fazendo aquele barulhinho molhado que deixava minha perna bamba. — Que boca do caralhø, mulher… — murmurei, gemendo mais alto, segurando a cabeça dela com carinho, sem forçar, só guiando no ritmo que ela mesma já tava no co

