— Oh, filho — Maggie murmurou, ajoelhando-se ao lado de Erik assim que Fielder a empurrou para dentro da cabana. O garoto estava sentado com as costas apoiadas na parede, as pernas estendidas e as roupas ensopadas coladas ao corpo. — Deixe-me ver seu braço. Pensei que você tivesse prometido cuidar melhor de si mesmo. — Embora se esforçasse para falar com naturalidade, sua voz soava tensa. — Desculpe-me, mãe. Acho que me esqueci. — Erik tentou sorrir sem muito sucesso, os olhos febris se sobressaindo no rosto muito pálido. — Senti os pontos se abrirem, quando pulei da caminhonete. — Tudo bem. — Ela passou as mãos pelos cabelos molhados do filho, querendo transmitir calma. — Vou examinar seu braço agora. — Está doendo. — Eu sei. — O ferimento sangrava terrivelmente, porém Maggie

