Pedro | Matador 🤬
12H - Complexo do Lins. 🌞
Assim que entrei em casa já senti o cheiro de feijão e já sorrir feliz, a dona Salete que contratei pra cozinhar aqui em casa é do c*****o, faz umas comidas boa pra p***a.
Dona Salete: chegou meu filho? - falou toda feliz e eu sorrir fraco. - fiz um feijãozinho pra você, tá precisando hein, tô te achando muito branquinho e magro, deve tá com anemia, tem que ver isso ai, senta aí pra comer. - falou e eu nem fui contra, só obedeci, desde que cheguei aqui é ela quem cuida de mim, a única que deixei chegar perto também.
Sentei na mesa e ela pegou um prato colocou duas conchas de feijão cheio de carne, meu olho chega brilhou papo reto, colocou duas de arroz, vinagrete, e galinha, colocou o suco na mesa e foi fazer as coisas dela, agradeci a Deus mentalmente e logo mandei pra dentro, quando tava quase acabando escuto meu celular tocar na sala, nem demorou e dona salete chegou na cozinha com ele na mão, bufei vendo que era o Tigrão dono da facção, b.o na certa, ele nunca liga.
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Ligação on 📱
__ da o papo. - atendi e ouvir um barulho do c*****o, grito, tiros e já fiquei na ativa.
Tigrão: se liga matador, invadiram minha ilha p***a, mataram os cara tudo, minha família inteira e acredito que o próximo alvo é eu, sorte que minha piveta não tá aqui se ligou? Ela só sai da escola quando alguém de confiança minha vai buscar, e hoje não deu tempo, escuta, eu te ajudei uma vez e tu tá ligado que tem uma dívida comigo não tá? - murmurei um uhum. - então, minha hora chegou pivete, todo mundo da facção já sabe que o poder é teu, não tem ninguém mais centrado e neurótico do que tu não, mas eu quero uma coisa em troca, preciso que tu prometa que vai cuidar da minha piveta, vai proteger ela como protege tua vida e não vai deixar ninguém fazer m*l a ela, tenho a tua palavra? - perguntou e parece que o barulho aumentou.
__ qual foi tigrão, eu vou mandar os caras aí pô, tu mesmo vai cuidar da tua piveta pô, tem neurose não. - já levantei na ativa indo para fora de casa.
Tigrão: só promete matador, namoral. - bufei contra gosto.
__ tá p***a, prometo, mas segura as pontas aí que os caras vai brotar e eu vou buscar tua filha, onde ela estuda pô?
Tigrão: lá na modelar pô, Cambaúba. - respirou fundo e ouvir um barulho da p***a, como se uma porta tivesse sido arrombada. - chegou minha hora matador, cuida dela. - a chamada caiu e eu já entrei na neurose, peguei meu radinho na cintura e liguei a linha dos caras que ficam na sul perto da ilha dele.
__ atenção geral ai, quero dez caras indo lá pra ilha do tigrão, invadiram lá e tá maior caô, vistam o colete e vejam o que dar pra fazer lá, atividade. - desliguei e peguei a moto, dois capacetes e voei pra pista.
No caminho eu pensava em como eu ia cuidar de uma pessoa, se nem de mim eu cuido, é f**a, mas fazer o que? Eu tinha uma dívida com ele e agora vou cumprir, só espero que os moleques consigam chegar a tempo e ele se salve, porque nem de criança eu gosto.
Nem demorou muito e eu parei a moto em frente o tal colégio de riquinho e começou a sair uns adolescente e eu bufei, p***a, jurava que era criança, não sei o que é pior, adolescente ou criança, p**a que pariu, desci da moto tirando o capacete e fui até o portão, olhei para a praça que tinha por ali e a única menina que tava sentada eu já sabia que era ela, por que era a única, todos estavam indo embora e só ela esperando.
Cabelo nem tão grande e nem tão pequeno, em baixo do pescoço, liso, carinha de enjoada, calça colada mostrando o tamanho das pernas, farda levantada mostrando o piercing no umbigo e celular no ouvido, provavelmente ligando para o pai.
Respirei fundo tirando paciência do cu, pois a cara dessa piveta não n**a o quão enjoada ela é, p**a que pariu, respirei fundo de novo e só aí assobiei, ela levantou a cabeça me olhando e fez cara de desentendida, balancei a cabeça pra ela mostrando ser eu, ela me olhou por um tempo, mas logo levantou vindo em minha direção.
__ não conheço você, meu pai que te mandou? - perguntou toda ingênua com uma voz doce, nem parece que tem cara de chatinha, apenas assenti.- e porque ele não me atende e nem me avisou nada? Cadê o Felipinho? - começou com as perguntas difíceis e eu bufei dando as costas indo em direção a moto, quando cheguei na moto que olhei, ela ainda tava lá parada me olhando com cara de tonta.
__ ahh qual foi? Só sobe nessa merda e vamos logo. - falei estressado e ela me olhou com medo andando rápido e subindo na moto, pegou o capacete e colocou, nem esperei comando nenhum dela só arrastei a moto com tudo fazendo ela dar um gritinho e me abraçar quase sem deixar eu respirar.
Não sei onde tava com a cabeça de aceitar isso, espero que aquele filho da p**a do tigrão esteja bem, porque eu não sirvo pra isso, não tenho paciência e nem quero ter, p**a que pariu.