Quando o fim de semana chegou, mesmo depois de ter passado por dias complicados, eu insisti no meu plano: iria dirigir por quatro horas aquele carro i****a e iria ver Spencer no hospital, ele querendo ou não querendo. Sabia que ele ficaria bravo, mas sabia também, que ele era auto destrutivo, e que talvez companhia, mesmo que inicialmente à contragosto, poderia lhe fazer bem. Vesti uma roupa desportiva e confortável e sai dirigindo lentamente, chegando em New York bem no horário de almoço. Comi um lanche perto do Hospital e fui até lá para ver ele. - O que está fazendo aqui? - ele pergunta seco. - Eu falei que viria - respondo - e é bom ver que está melhor. - Não deveria vir - ele parece irritado. - E por qual motivo eu não deveria vir? - pergunto. - Não temos mais nada, Mariah

