VICTOR Com Vinicius dormindo, resolvi que era momento de terminar a conversa que está atrasada, na minha opinião há anos. Enquanto ela cantarolava alisando a cabeça do meu filho, eu fiquei a olhar os cabelos dela, e se fosse ela, não Vilma, a menina da carta. Na época, ela ainda não tinha nem quinze anos, eu ia aceitar, viver um namoro de antigamente, onde poderia ficar juntos apenas com a vigilância dos pais. Iria esperar por ela, a minha vida toda, acredito, que vivia esperando ela, a minha verdade é o amor que sinto por essa menina/mulher, que já tomou todo o meu ser. — Mamãe mandou o jantar? — Ela perguntou olhando para mim. Mas, ficou corada, vendo que eu a observava, espero não ter assustado ela, pois estou puro desejo. — Sim, a minha sogra, enviou o nosso jantar. — Olha Vic

