- Pode subir. - Obrigada. Marion passou pelo porteiro do prédio de luxo, se viu no reflexo do espelho do elevador, ajeitou o cabelo castanho claro. Agarrou a sacola de tecido e quando a porta abriu para o corredor escuro, respirou fundo. Não teve tempo de tocar a campainha, Marcelo abriu a porta, usava somente shorts, o peito definido, bronzeado sempre seria um paraíso para Marion. Minha nossa senhora, pensou ela enquanto se aproximava. - Trouxe vinho. - Levantou a sacola. - Que bom, - Ele sorriu. - Mas eu vou tomar sozinho, não gosto de embebedar crianças. - Não sou mais uma criança, Marcelo. - Ela revirou os olhos. - Para mim, sempre será. Entra, papagaia. Marion entrou para o apartamento organizado, sabia que tudo aquilo era proveniente do trabalho de alguém. Sentou no sofá b

