Clarice franze o cenho confusa — Doutor?— pergunta confusa. — Isso, Clarice, quero ouvir me chamar de doutor hora que gozar em mim.— respondo. — O-Oliver... — Não quer ? Percebo ela meio hesitante, mas se não me quisesse não me deixaria toca-la como fiz agora. — Clarice. — Sim? — Tudo bem se não quiser. Se sentiu forçada? — Não. Não é isso. — O que é então?— perguntou genuinamente curioso, mantendo o tom neutro para não assusta-la. — Eu...Oliver, eu não faço nada desde a cirurgia. Não pude evitar um sorriso, o maldito do Henry não rela nela a seis meses. Me aproximei devagar pegando em suas mãos. — Tá tudo bem, Clarice. Não posso mentir, desejo você, mas vou sempre respeitar seus limites. Clarice solta um sorrisinho tímido, mas percebo que ela morde constantemente o lábio me

