Matteo Ao ver com os meus próprios olhos o estado preocupante do meu pai, eu pude comprovar que a senhora Sanchez não estava exagerando quando me ligou para dizer que o meu pai estava fazendo greve de comida. Estava bem visível para qualquer pessoa o quanto ele estava debilitado e fraco. — O que está acontecendo, pai? — foi a minha primeira pergunta para o homem à minha frente. A diretora da casa de repouso havia saído do quarto e nos deixado sozinhos, e eu puxei uma cadeira, a colocando ao lado dele, onde estava sentado agora. — Porque está aqui, Matteo? — Ele não responde a minha pergunta — Não deveria estar pilotando algum carro de Fórmula Um? Fazendo aquilo que é a coisa mais importante da sua vida? O homem com o qual eu estava acostumado e com quem sempre convivi estava de volt

