A VINGAÇA TEM GOSTO DOCE - NO MORRO DA ROCINHA, [12/04/2024 22:51]
Capítulo 160
Fabiene narrando
Saio do hospital encucada com tudo que estava acontecendo, meu celular começa a tocar e era o número de Eduardo, reconhecia esse número a qualquer custo.
Ele tinha me mandado mensagem.
— Eu quero te encontrar – ele falava na mensagem e eu começo a rir – eu tenho um plano para acabar com, Carlos!
Eu guardo o celular e não respondo sua mensagem, é claro que ele está jogando, Eduardo é tão filho da p**a que acha que vai me manipular, mas ninguém mais é capaz de me manipular.
Eu estava virando o beco perto da boca quando escuto Imperador e Gabriel conversarem, o nome Rosa me chama atenção e eu paro ali para escutar.
— Descobri a localização dela – Gabriel fala – Rosa está em uma zona na saída para São Paulo.
— Carlos está lá também?
— Não – ele fala – somente Rosa.
— v*******a – Imperador fala
— O que vai fazer agora? Vai contar a Fabiene? – Gabriel pergunta
— Vai me contar, imperador? – eu pergunto aparecendo e ele me encara
— Agora está escutando conversas pelos cantos Fabiene? – ele já me pergunta nervoso
— Não é escutar conversas pelo canto, eu estava passando – eu falo para ele e ele me olha – vai me contar ou não?
— Vai fazer o que? Ir até lá grávida, se colocar em risco mais uma vez ? – ele me pergunta
— Eu não falei que eu iria até lá – eu respondo – estou perguntando, você iria me falar ou não?
— É logico que sim – ele fala – mas você não pense em sair desse morro para lugar nenhum – ele aponta o dedo em meu rosto e eu abaixo o seu dedo
— Tu não aponta esse dedo para mim, aponte para os seus vapores – eu falo para ele e Imperador me encara - Você não vai até ela sem mim.
— Você quer ir até lá para que? – ele pergunta me encarando – para ela tentar te manipular.
— Não tenho mais 12 anos e nem mesmo 10, 8 – eu falo para ele – eu tenho 30 anos Imperador, já passei por muita coisa. Pare de achar que sou criança.
— Acho que não é hora de vocês discutirem – Gabriel fala – a gente naõ está tendo paz nesse morro, estamos com vapores armados para cima e para baixo, o dinheiro dentro do morro não está girando porque não tem turista subindo porque está fechado para gente de fora. O povo está ficando nervoso, os comércios estão fechados com medo, as pessoas estão com medo. Acredito que agora está na hora de agir pensando no geral, no nosso morro – encaramos ele – Carlos precisa morrer, Eduardo precisa morrer, mas eles precisam morrer sendo os vilões. Porque se não será o efeito manada, a morte deles vai fazer com que outras pessoas tente se vingar, e depois mais pessoas e mais pessoas!
A VINGAÇA TEM GOSTO DOCE - NO MORRO DA ROCINHA, [12/04/2024 23:00]
CADÊ VOCÊS NO GRUPO??
A VINGAÇA TEM GOSTO DOCE - NO MORRO DA ROCINHA, [12/04/2024 23:00]
VOU PARAR DE POOOOOOOOOOSTAR
A VINGAÇA TEM GOSTO DOCE - NO MORRO DA ROCINHA, [12/04/2024 23:01]
SEM COMENTARI
A VINGAÇA TEM GOSTO DOCE - NO MORRO DA ROCINHA, [12/04/2024 23:01]
SEM CAPITULO
A VINGAÇA TEM GOSTO DOCE - NO MORRO DA ROCINHA, [12/04/2024 23:01]
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
A VINGAÇA TEM GOSTO DOCE - NO MORRO DA ROCINHA, [12/04/2024 23:06]
Capítulo 161
Imperador narrando
Eu fiquei pensativo com as coisas que Gabriel disse, mas ele tinha razão, mas ao mesmo tempo achei suas palavras um pouco grossas e autoritárias, não sei dizer, mas senti que poderia ter algo errado, mas ainda nãõ sei o que.
— Vai dormir em outro quarto? – eu pergunto para Fabiene.
— Vou, ainda não voltamos! – ela afirma me encarando e eu encaro ela
— Sério isso dona Fabiene?
— Mais do que sério senhor Adalberto – ela fala
— Cala boca, já disse para não falar meu nome! – eu falo para ela
— Se for menino, será Adalberto Junior.
— Não colocou nem o nome do Miguel dessa forma, vai colocar nesse nenê, vai nascer com 80 anos – ela começa a rir
— Eu vou dormri aqui e você lá – ela fala
— Porque isso? – eu pergunto – você está ficando maluca.
— Eu fiz um voto de castidade – eu a encaro
— Você fez o que? – eu pergunto – como assim, Fabiene você está maluca?
— No hospital – ela fala me encarando – eu fiz um voto de castidade, se Miguel fosse curado, a gente não teria nada até o bebê nascer.
— De quantos meses você está?
— 3 meses – ela fala e eu faço as contas
— São 6 meses Fabiene – eu falo – 6 meses, c*****o! Desfaz esse acordo ai.
— Não tem como – ela fala – fiz com a Santa.
— A gente aumenta igreja, a gente aumenta o dizimo – eu falo – sei lá, desfaz isso ai.
— Não dá – ela fala – o voto é até o bebê nascwr mais os 40 dias de quarentena.
— Espera – eu falo – então são 7 meses? Se tá louca?
— Quer prova maior do que esse por mim? – ela fala me encarando
— Você está de brincadeira, tá de zoação com a minha cara?
— Não – ela fala firme – eu fiz uma promessa pela vida do nosso filho e a gente vai cumprir! Eu e você, porque eu fiz a promessa por mim e por você.
— E desde quando tem essa de fazer promessa pelos outros?
— E porque que você não quer que eu tenha feito a promessa por você? – ela pega o vaso que tinha do lado e ameaça me jogar – se eu não transo, tu também não!
— Eu só falei – eu falo levantando as mãos – calma! – ela me encara – coloca o vaso de volta, você está muito extressada. Imagina sete meses sem o aldabertão aqui, vai enlouquecer.
— Vai a m***a – ela me joga o vaso e eu fecho a porta
A VINGAÇA TEM GOSTO DOCE - NO MORRO DA ROCINHA, [12/04/2024 23:23]
Capítulo 162
Jonas narrando
Eu a empurro para cozinha e ela me encara, eu aponto para mesa onde tinha dois pratos de comida, ela se senta e eu me sento no outro lado, ela me olha e olha para o prato
— Anda, come! – eu falo para ela – eu preciso ainda ficar na boca essa madrugada.
Ela me olha e eu a encaro, ela pega o garfo e a faca e leva até o prato, eu começo a comer normalmente e quando ela coloca a comida na boca ela cuspe.
— Isso aqui está pura pimenta – ela fala e quando ela ia pegar o copo de água, eu coloco a minha arma na mesa fazendo um barulhão
— Come toda essa porcaria dessa comida – eu falo, atirando o copo de água que estava servido na mesa, fazendo a água escorrer.
— Porque está fazendo isso? – ela pergunta – Para com isso, por favor! Eu estou há dois dias sem comer e há sete dias sem comer direito, eu não aguento mais.
— Come a comida, você mesmo está falando que está com fome – ela me encara – anda, come! – eu grito e ela me olha se negando
— Por favor não – ela fala me olhando
— Você está com fome – eu falo me levantando e ela me encara e eu vou em sua direção, parando atrás dela e colocando as minhas mãos sobre o seu pescoço – come essa m***a Maisa, agora!
— Eu naõ vou comer – ela fala tentando me empurrar
— Você vai comer sim – eu falo para ela – vai comer tudo!
Eu pego a comida com a minha mão e coloco a força em sua boca, fechando a sua boca com as minhas mãos e mantendo a boca dela fechada
— Mastiga é melhor – eu falo – manter na boca vai ser pior – ela n**a – mastiga, sua v*******a! – eu ngrito – mastiga, não era isso que teu pai relatou que você fez com a nossa filha? – ela n**a com a cabeça e começa a chorar mas acaba engolindo, quando ela engole eu jogo ela no chão – é disso que eu gosto de ver você me obedecendo como tem que ser.
Ela começa a tossir, seu rosto está vermelho, seus olhos e seu pescoço também.
— Eu nunca fiz isso com a Isa – ela fala me encarando
— Minha sofreu nas suas mãos – eu falo para ele – porque você simplesmente não me entregou ela e foi embora fazer as merdas ao lado do seu pai? Não – ela me olha – tinha que m***r, acabar com a vida de uma criança inocente.
— Para de me acusar, para! – ela fala e começa a vomitar e eu me ajoelho, pego em seus cabelos e arrasto seu rosto em seu vomito.
Depois me levanto e ela me encara.
— Você algum dia acreditaria em mim se eu te contasse a verdade? – ela pergunta me encarando
— Você acha que eu não acreditaria? – eu pergunto para ela e ela me encara – eu larguei meu mundo para viver o que eu achava que era o seu mundo, para te fazer feliz. Mas você, não é digna de viver nem sequer um dia de alegria!