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A VINGAÇA TEM GOSTO DOCE - NO MORRO DA ROCINHA, [15/04/2024 00:38] Capítulo 167 Fabiene narrando Eu estava arrumando a janta, Maria e Rafael falaram que queriam jantar com nos juntos. Por mais que ainda a gente esteja na mesma casa e Imperador tenha se mudado para cá , a gente quase não se via dentro de casa por causa que eles viviam em turnos diferentes ou iguais dentro da boca e assim por diante.[ Essa casa era a emsma que eu e Rafael viemos morar após tudo acontecer, ainda estava da mesma forma, mas Rafael estava construindo uma casa nova mais para cima do morro, ao lado da casa onde eu e Imperador construímos juntos. Daqui a pouco essa casa seria somente mais uma casa normal e não seria mais morada de ninguém. — Mamãe – Miguel fala – eu quero comer macarrão. — Vou fazer para você meu amor – eu falo para ele — Mãe, eu não vou precisar voltar para o hospital? – ele pergunta — Nunca mais meu amor – ele sorri – agora vamos ficar sempre aqui. — Com o papai? – ele pergunta — Com o papai – respondo sorrindo — E meu irmãozinho – eu o encaro — Ou irmãzinha – ele faz careta e eu começo a rir. Eu comecei a investigar sobre a vida de Maisa no passado, não sei porque mas tinha uma pulga na orelha do que aconteceu realmente. Entendia todos os sentimentos de Jonas e a revolta dele, ele tinha razão em muita coisa, mas sinto que Maisa foi muito usada por aquele filho da p**a do Carlos. Imperador chega , beija Miguel, ele já tinha passado em sua casa para tomar banho, logo depois Rafael e Maria chega, a gente começa a conversar , arrumamos a mesa, jantamos e eu tinha feito uma sobremesa, ainda não tinha entendido muito por qual o motivo do jantar, mas eu chutava que era o casamento deles. Rafael e Maria sempre foram apaixonados desde a adolescência, Maria era mais nova que ele, mas Rafael sempre foi sério com ela, sempre mostrou que tinha interesse em casar e construir uma família e vida ao seu lado. — A gente tem um pedido para fazer a vocês – Maria fala sorrindo — Vocês são as únicas pessoas que a gente tem de confiança e que sempre estão ao nossos lados, por isso esse pedido é muito importante – Rafael fala — Vocês esão me deixando ansiosa – eu falo — Aqui – Maria fala – Pode abrir – ela me entrega uma caixa e quando abro, eu abro um sorrios na mesma hora — Você está grávida? – eu pergunto — Vocês aceitam ser padrinhos do nosso bebê? – ela pergunta — Meu Deus – eu falo me levantando e abraçando ela, Imperadorcumprimenta o Rafael. Depois eu abraço ele forte, era a melhor noticia que a gente poderia receber e o melhor convite sem duvidas. A VINGAÇA TEM GOSTO DOCE - NO MORRO DA ROCINHA, [15/04/2024 11:55] Capítulo 168 Maisa narrando Eu acordo e vejo que a porta do quarto está aberta, saio com receio para fora e vou até a cozinha, tinha na mesa alguns sacos de padaria, me aproximo e vejo que eram pão salgado, doce e outras coisas. Olho para cafeteira e vejo que tinha café. Eu vou até a sala e olho para o resto da casa mas parecia que eu estava sozinha, eu retorno para cozinha e olho para mesa, minha barriga estava roncando, então me sento na mesa e começo a comer, faço um café e começo a beber, levo um susto quando vejo Jonas entrar na cozinha acreditando que ele ia gritar, brigar ou até mesmo me bater, mas ele somente senta na minha frente e toma o seu café. — Onde você estava o tempo todo que ficou sumida? – ele pergunta — Porque quer saber? – eu olho para ele — Eu faço as perguntas e você me responde – ele fala – Onde você estava, Maisa? — Eu não lembro direito – eu falo e ele me encara — Como você não lembra? – ele pergunta — Eu não sei onde eu estava, que lugar era aquele que Carlos me levou – eu falo e ele me encara - eu não quero que você fique nervoso e nada do que eu falar, vai fazer você acreditar em mim. Eu também sofri pela morte da minha filha e sofro até hoje em saber que a culpa era minha e que de alguma forma eu poderia ter evitado tudo aquilo. — E como você teria evitado? – ele pergunta — Ter perdido o medo de Carlos e ter te contado de quem eu era filha – ele me encara – mas eu tinha medo do que ele era capaz de fazer. — Você sabia quem eu era e você sabia que eu o mataria – Jonas fala — Eu cresci a minha vida toda vendo meu pai destruir a vida das pessoas – eu respondo e Jonas me encara – na minha cabeça, ele faria a mesma coisa com você. — Ele fez com a Isabela – ele fala e eu o encaro – ele tem parcela de culpa na morte dela. — A culpa foi minha quando não te entreguei ela, te contei a verdade e deixei que você fosse embora com ela – eu respondo para ele – a única pessoa que deveria ter sofrido todas as consequencias de ser filha dele, era eu e não ela. Então, sim você tem razão quando você me culpa pela morte dela, ela só morreu pelas escolhas que eu fiz! Jonas me encara e eu não consigo mais comer, eu sinto um m*l estar h******l e ele se levanta, indo até a pia atrás de mim e parando de costa para mim, eu encaro ele de canto de olhos com medo que ele fizesse algo, mas ele se vira. — Onde você estava o tempo que ficou sumido? – sua voz fica mais rígida – eu não acredito em você e nem mesmo que você me diga que não lembra! Eu engulo seco e me levanto, ele se vira e a gente se encara. — Eu estava fora do país – eu falo para ele e ele me encara – eu só retornei depois de fazer um acordo com ele. — Que acordo e porque você estava fora do país? – ele pergunta me encarando. A VINGAÇA TEM GOSTO DOCE - NO MORRO DA ROCINHA, [15/04/2024 15:36] Capítulo 169 Jonas narrando Eu tinha ficado com as coisas que Fabiene me disse na cabeça, fiquei dois dias fora do morro para esfriar a cabeça e voltar com a cabeça um pouco mais no lugar, eu estava sentindo um ódio ainda imenso por Maisa, mas resolvi amenizar a situação para entender mais sobre o que aconteceu com Isabela, deixar um pouco os meus sentimentos de lado. — Que acordo e porque você estava fora do país ? – eu pergunto e Maisa me encara — Eu entrei em surto quando eu vi que Isabela tinha morrido em seus braços, quando vi você desacordado, Isabela morta, ele tinha me dito que vocês dois tinham morrido – eu olho para ela – eu surtei e ele sempre usava a mesma coisa, dizendo que eu estava surtando que nem a minah mãe. Ele me levou para fora do país, eu lembro pouco, porque me doparam, eu acordei estava em uma clinica, era amarrada, choques elétricos e sempre dopada. — Você ficou lá o tempo todo? – eu pergunto a encarando — Não – ela fala – depois de alguns meses, ele me tirou de lá, me levou para uma boate na Alemanha, onde – ela me encara – ele me obrigou a me prostituir – eu olho para ela — Ta bom – eu falo – eu vou fignir que acreidot — Por isso disse que eu jamais queria falar nada a você, porque você jamais confiaria e acreditaria nas minhas palavras – ela fala — Você está liderando com ele – eu falo – ai vem me dizer que eu achou que eu estava morto — Eu achei – ela fala – até ver você negociar com Bustamante – eu a encaro – naquele dia, que você foi negociar o armamento com ele na casa dele, a mulher que estava com ele era eu, obrigada! Você lembra das palavras que disse a ele? Que não queria incomodar ele na festinha dele, na festinha onde eu estava sendo obrigada a ficar. Eu estava cansada de passar por aquelas humilhações e não entendia o porque meu próprio pai estava fazendo isso comigo, quando quesgtionava, quando eu levantava a voz, ele me dopava, ele me ameaçava, ele me humilhava – ela começa a chorar – foi quando ele disse que se eu voltasse para o Brasil e ajudasse ele na clinica, ele me tiraria de lá! Porque eu era médica formada, então eu disse que voltaria somente se conseguisse me especializar na doença que a nossa filha tinha e morreu. — Eu não acredito em uma palavra sua – eu falo para ela — Isabela morreu de Menigite -ela fala me olhando – que também é causada por uma bactéria ou um vírus. Primeiro silenciosa e depois ela avança. — Porque você fugiu de casa levando ela? – eu pergunto para ela – Porque Maisa? — Eu não fugi, ele me tirou de lá a força – ela fala me olhando – ele entrou lá com os homens e me levou a força com Isabela, você acha que eu não queria ter salvo a minha filha? Que eu não queria ela viva. Eu queria, eu daria tudo para que ela tivesse vida, se eu pudesse morrer para dar vida a ela, eu faria! — Você deveria ter me contado desde o começo sobre tudo e não venha me dizer que não confiava em mim – eu falo olhando para ela – porque eu te dei o mundo, eu te dei tudo. – EU SAIO DA COZINHA antes que eu fizesse uma besteira mas paro quando ela fala. — Você tem entender que no momento que eu te conheci eu já tinha conhecido o inferno – eu me viro para ela – eu já tinha sido ameaçada e já tinha conhecido o próprio demônio, você poderia me dar quantos mundos fosse possível, mas eu sempre teria medo de onde eu vim! Eu olho para ela. — Se arruma, um vapor vai estar te esperando para levar voc~e para o hospital – eu falo e ela me encara.
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