A VINGAÇA TEM GOSTO DOCE - NO MORRO DA ROCINHA, [10/04/2024 00:38]
Capítulo 142
Imperador narrando
Faz 4 dias desde que Miguel foi para o hospital fora do morro, eu tinha já armado todos os vapores, armamento pesado e munição, na hora certa em que ele tivesse bem, eu tiraria eles de lá, porque Eduardo poderia fazer qualquer contra ele.
Eu tinha começado a reformar o hospital e mandei trazer todos os equipamentos possíveis de for ado Brasil para compor ele, eu jamais imaginei que iria ver necessidade de ter um hospital com a infraestrutura tão grande, estava gastando tood dinheiro que eu poderia gastar. Porque ter que tirar Miguel de baixo da minha p******o junto com Fabiene para que ele podesse ficar vivo, mas colocar eles na mão de Eduardo, foi a cosa mais dolorido da minha vida.
Mas eu sabia que naquele momento era a coisa mais importante a fazer, eu conversava com Fabiene sempre que ela me mandava mensagem, eu esperava ansioso por isso, não tinha mais cabeça para nada mas me mantinha firme para deixar tudo pronto para que na hora que eles voltasse, estivesse tudo bem!
Eu entro no hospital e vou até a parte da enfermaria, eu tinha tirado a minha barba e entrei disfarçado, eu pego uma roupa de enfermeiro e coloco uma máscara.
Eu encontro Maisa no corredor e me aproximo dela.
— Me leva até o Miguel e não ouse fazer gracinha – eu falo para ela e ela me encara
— Eduardo não está aqui mas pode chegar a qualquer momento.
— Ele está na delegacia , me leva até lá – eu falo – vamos fingir que sou enfermeiro, anda, eu quero ver meu filho!
— Tem um homem armado lá dentro.
— Me leva até lá agora! – eu falo – se não eu te mato aqui no meio do corredor.
Ela não ousa me falar nada e me entrega uma bandeja para carregar, entramos no consultório e vejo Fabiene, ela estava com um olhar acabado, vejo Miguel na cama e o homem armado nos encara, Maisa o cumprimenta e entramos, quando Fabiene me encara, trocamos o olhar, ela percebe quem eu era, eu me aproximo de Miguel.
— Vamos fazer um pouco de barulho Fabiene – Maisa fala – esse aparelho é bem barulhento. – ela liga algo que faz barulho na sala.
— O que está fazendo aqui? – Fabiene pergunta
— Eu precisava ver vocês – eu falo para ela – precisava ver Miguel, saber como você está. – ela me encara com os olhos cheios de lagrimas.
— Maisa disse que ele vai ficar bem, ele vai passar pela transfusão de sangue amanhã – Fabiene fala me encarando
Eu olho para Miguel e pego em sua mãozinha, eu não sei descrever o que estava sentindo nesse momento em ver Miguel dessa forma.
— Eduardo – Maisa fala e ele entra pela porta!- ele está aqui!
A VINGAÇA TEM GOSTO DOCE - NO MORRO DA ROCINHA, [10/04/2024 02:26]
Capítulo 143
Fabiene narrando
Eu olho para Imperador e ao ver ele na minha frente me faz me sentir tranquila, confiante em saber que no final tudo iria dar certo.
— Eduardo – Maisa fala e olhamos para o lado vendo Eduardo entrar pela primeira porta.
— E agora? – eu pergunto
— Fica calma – Imperador fala – eu te amo – ele me olha
— Eu também – eu falo
— Não fala nada – Maisa fala – fica de cabeça baixa e organizando as coisas, mexe nos fios no aparelho.
— Boa noite – Eduardo fala entrando
— Boa noite – eu respondo
— Boa noite – Maisa fala – estamos aqui trocando os acesso do Miguel para começar a preparação para a transufssão.
— Será amanhã doutora? – eu pergunto e Eduardo coloca as coisas dele em cima da poltrona.
Eu olho para Imperador e ele continua disfarçando.
— Sim – ela responde – vamos buscar – Maisa fala para imperador – o soro fisiológico para fazer a troca. – ele assente. – já voltamos.
Os dois começam a sair e Eduardo os encara, ele estreita os olhos.
— Nunca vi um enfermeiro homem aqui – ele fala – sempre é mulher – Maisa o encara – espera ai , rapaz!
— O que você quer? – Maisa pergunta – estamos trabalhando e a gente tem um monnte de paciente para atender.
— Só achei estranho – ele fala – nunca vi um enfermeiro homem por aqui.
— Tão patético como sempre – eu falo e Eduardo me encara
— O que você disse Fabiene? – ele pergunta
— Me diz – eu me aproximo dele – Porque você tem que estar auqi o tempo inteiro? – eu pergunto e ele me encara – eu sinto nojo só de ver a sua cara.
Maisa bate nas costas de Imperador e os dois sai.
— Abaixa o seu tom de voz – ele fala e olha para o lado em direção a Maisa e o Imperador
— Eu não abaixo! – eu falo mais alto e ele presta atenção em mim e ele me encara – Por favor, vai embora! Me deixe em paz com o meu filho.
A porta se fecha e chama atenção de Eduardo, ele olha para a porta e olha para mim.
Mas eu acho que toda essa emoção me fez m*l e eu vomito, vomito em seus pés e acabo ficando tonta e ele pega.
— Você está bem? – ele pergunta olhando em meus olhos.
— Só estou fraca por não estar me alimentando – eu falo e ele me senta, ele aperta um botão para chamar alguém para limpar a sala.
Eu acabo sentindo mais ânsia de vomito e corro para o banheiro, vomitando ainda mais, eu lavo minha boca e pego a escova de dente, quando retorno, encontro Maisa na sala e a moça que já tinha limpado tudo, Eduardo estava conversando com o segurança.
— Eduardo disse que você estava passando m*l? – Maisa fala mais alto e Eduardo nos encara
— Não estou consrguindo me alimentar, devo estar fraca.
— Você pode tomar um soro se quiser – ela fala
— Naõ, obrigada. Eu vou ficar bem.
A VINGAÇA TEM GOSTO DOCE - NO MORRO DA ROCINHA, [10/04/2024 11:39]
Capítulo 144
Eduardo narrando
Sintoq eu tinha algo estranho no ar, mas não sei se estava ficando paranoico, Fabiene tinha passado m*l, Maisa tinha ajudado ela e eu fui atrás do enfermeiro, mas encontrei vários no hospital e no final acabei cedendo ao pensamento de que era somente um enfermeiro normal.
Maisa dai do quarto e eu encontro ela lá fora, ela me encara.
— Fabiene está bem? – eu pergunto para ela.
— Pede algo para ela comer – ela fala – Fabiene está sem se alimentar direito , nervosa com a situação do filho.
— Miguel vai ficar bem, Maisa?
— Eu estou otimista – ela fala – ele está respondendo bem ao tratamento, daqui alguns dias vamos poder ir diminuindo a sedação.
— Quando Miguel estiver bem – eu falo para ela – você vai me ajudar a convencer a Fabiene a trocar d ehospital.
— Porque isso? – ela pergunta
— Por que vou levar os dois para fora do Brasil – eu falo e ela me encara
— Eu Te ajudo – ela fala me encarando – porém, Miguel tem que estar 100% , porque na situação que ele está, pode ser que de uma recorrência e ele pode até mesmo piorar.
— Não isso jamais – eu falo – quando ele ficar bem! Tem policia para tudo que é lado, daqui de dentro eles não vão sair.
— Eu tenho que ver um paciente, a gente combinaos detalhes mais tarde! – ela fala
— Enquanto isso, continue amiga dela, defendendo ela – eu falo e Maisa me encara
— Ficou bravo comigo? – ela pergunta
— O que ouve com sua mão? – pergunto vendo ela enfaixada
— Me machuquei em casa – ela responde – acabei quebrando um copo de vidro.
— Toma cuidado , preciso de você viva!
— Noticias do Carlos? – ela pergunta
— Ainda nada! – eu respondo – mas daqui a pouco ele aparece.
— Preciso ir – ela fala – daqui a pouco volto – eu assinto com a cabeça.