- SOMBRA NARRANDO - Segui o Dom até uma loja do morro mesmo. Peguei uma bermuda, cueca, camiseta, um perfume. Fomos até a sua casa e me limpei no quarto de hóspedes. Precisava me livrar daquela energia, daquele cheiro. A água caia no meu corpo, mas eu só lembra dela. Aqueles olhos verdes. No fundo, eu rezava pedindo que ela ficasse viva. Mas eu sentia algo diferente, algo novo. Mas era um b@ndido, ela tinha sofrido, mas iria minha vida. Mesmo eu cuidando, eu dúvido muito. Deixei os pensamentos de lado e sai do banho. Dom desceu logo atras e resolvemos ir comer algo na padaria. - Tarde, seu Zé. Manda dois lanches na chapa, caprichado. E duas coca cola. - Ele falou e bateu no balcão. -Pode sentar meu filho, eu ja levo. Segui ele dentro da padaria e sentamos numa mesa de fundo e

