O escritório da Montez Corporation naquela tarde estava silencioso, exceto pelo som das teclas dos computadores e o leve murmúrio das conversas baixas entre alguns funcionários. Mas no escritório privativo de Alex Montez, a tensão era palpável. Alex, com seus 27 anos, exalava autoridade. Era o irmão mais velho, o mais responsável e o que, para muitos, carregava a expectativa de ser o herdeiro de peso do império Montez. Sentado em sua cadeira de couro preto, observava com um olhar crítico a movimentação crescente em torno da nova gerente sênior — Catarina Vasconcelos. Do outro lado da sala, Samuel, o caçula da família com seus 20 anos, mais descontraído, porém não menos atento, demonstrava uma preocupação diferente. Ele gostava da nova gerente. Gostava daquela mulher que parecia carregar

