Fernanda — Embora você já saiba, prazer, eu me chamo Fernanda! — respondi cruzando os braços e falando olho no olho, sendo um pouco irônica enquanto ele seguia com a mão na minha cintura, havia um magnetismo entre nós. — Felipe! — ele respondeu apenas isso. — Carioca, apenas o dono do morro né? — perguntei com ar irônico. — É, isso aí mesmo! — ele falou e eu ri sem achar graça da resposta dele. — Faz diferença? — ele perguntou e eu não respondi nada, ele riu fraco e se afastou ficando de costas. E como ele fica ainda mais lindo quando sorri, balancei a cabeça em sinal positivo com um sorriso melancólico no canto da boca e permaneci escorada no carro, na realidade, acho que não eu acreditava que havia ficado com um bandid*, ainda mais o dono do morro. Voltamos a nos olhar, em

