Laren Ferguson: - Eu posso mamar agora? - Vince pergunta baixinho no meu ouvido.—Estou sentindo tanta falta de mamar no seu peito. Já estamos em Nova Iorque, a caminho da casa dele. Vincenzo pediu um táxi, ele está manhoso, murmurando em meu ouvido e pedindo a cada segundo para mamar. Parece até uma criança. - Quando a gente chegar eu deixo.- Aviso e ele n**a com a cabeça, deitando no meu ombro. Toco nos cabelos dele, igual eu faço quando ele está mamando. - Por favor.- Pede e eu n**o com a cabeça.—Só em casa. Foram pouco mais de cinco minutos e ele pedindo a todo instante para mamar. É óbvio que eu não deixaria, era fazer isso e morrer de vergonha depois. O taxista nos olhava pelo retrovisor, estava começando a ficar constrangida com o olhar do homem. Parecia até aquelas crianças qu

