Na cobertura de Nathan, a chuva desenhava caminhos brilhantes no enorme vidro da sala. A cidade, vista do alto, parecia um mar de luzes desfocadas. Pela primeira vez em semanas, não havia faculdade, amigos provocando, olhares curiosos do campus ou segredos ameaçando o momento. Era apenas Nathan e Noah sozinhos. A sala estava iluminada apenas pelas luzes indiretas e pelo brilho da televisão enorme diante do sofá principal. Noah estava encolhido no sofá, usando uma camiseta preta macia que Nathan havia emprestado, os cabelos claros levemente bagunçados, uma xícara de café quente entre as mãos. Nathan surgiu da cozinha com uma tigela grande de pipoca. — Isso está oficialmente muito melhor do que qualquer festa universitária — Noah comentou, sorrindo. Nathan sentou-se ao lado dele, pe

