No dia seguinte, depois do desastre que foi o dia anterior Noah estava sentado no banco traseiro,do carro real a caminho do aeroporto. As mãos entrelaçadas com força, os olhos vermelhos e perdidos na paisagem que passava rápido pela janela. Mas ele não via nada,só via Nathan. O olhar dele,a dor,a forma como disse: “Você não tem mais esse direito.” Noah fechou os olhos com força. — Eu preciso voltar. O assessor, sentado à frente, virou levemente o rosto. — Alteza, isso não é possível. Noah abriu os olhos imediatamente. — Eu não estou pedindo. A voz saiu firme. Mas quebrada. — Eu preciso falar com ele. O assessor suspirou, claramente desconfortável. — Sua Alteza, Sua Majestade já foi informada da situação. Sua ausência prolongada já causou repercussões graves. Não podemos. —

