VICTOR Eu aparei Laura no chão, os nervos dela não eram de aço como ela gostava de mostrar. E quando ela caiu eu sabia que ela chegou em um auge muito forte de nervoso. As vezes não conseguimos ser tão resilientes com nossas coisas, e tudo bem. Laura não aceitava isso, a não aceitava o fato de talvez ser frágil. Eu entendia a mulher que eu tinha ao meu lado, o problema todo era que ela não via as coisas desse modo. Ela tinha que ser uma rocha, cem por cento do tempo. - Linda... linda.... - eu abanei o rosto dela, os lábios estavam roxos e eu já estava ciente do que fazer nesse caso. Laura sempre ficava nervosa até sua pressão subir e ela desmaiar. - Amor, respira um pouco - eu disse chegando mais perto dos lábios dela que estavam até roxos. O Lucca era um assunto sensível par

