Sebastian dirigiu até a floricultura. Ele sabia que Mia morava nos fundos e bateu à sua porta de madrugada, com a aparência de um homem que acabara de sair de uma trincheira. Quando Mia abriu a porta e o viu daquele jeito, ferido, sujo e com um olhar perdido, não fez perguntas. Simplesmente deu um passo para o lado e o deixou entrar, mas Sebastian não foi para a cama dela. Sentou-se numa velha cadeira de madeira na pequena cozinha, que cheirava a camomila e terra úmida. — Desculpe, Mia. Disse ele, suspirando e à beira das lágrimas. — Eu não tinha mais ninguém... Não tenho para onde ir... Nem sei quem eu sou. Mia o abraçou e passaram a noite conversando. Não houve se*xo, nem toques, apenas palavras e silêncios compartilhados. Mia cuidou pacientemente do seu lábio enquanto ele lhe contava

