O luxuoso apartamento de Sebastian e Victoria já não lhe parecia erót*ico, mas sim uma prisão. Tudo era moderno demais, frio e perfeito, desprovido de qualquer calor humano. Sebastian sentia que m*al conseguia respirar naquele belo cômodo repleto de ângulos retos. Sentia-se preso numa perfeição onde não havia espaço para erros, muito menos para paz. Pensava que tudo com Victoria havia acabado, mas ela continuava a rondá-lo. O seu único refúgio era a pequena floricultura da esquina. Era uma loja estreita com cheiro de terra úmida e flores frescas. Ali, o tempo parava. Passava horas conversando com Mia, uma mulher simples, de movimentos calmos e mãos sempre manchadas de pólen. Com ela, Sebastian esquecia os seus problemas. Não precisava ser o advogado brilhante nem o homem impecável. Era ap

