O Pacto Antigo

810 Words
Capítulo 13: O Pacto Antigo Alice e seus aliados continuaram sua jornada pela floresta, determinados a desvendar o mistério que envolvia a entidade maligna. A cada passo dado, as sombras pareciam se aprofundar, envolvendo-os em um véu de segredos sombrios. No entanto, Alice não desistia. Sua curiosidade e coragem a impulsionavam adiante, ansiosa por descobrir a verdade que se escondia nas entranhas da floresta. Foi em um antigo livro empoeirado que Alice encontrou a primeira pista sobre o pacto. As páginas amareladas revelavam a existência de um acordo feito há séculos entre os moradores da região e a entidade maligna que assombrava a floresta. Esse pacto garantia a segurança dos moradores em troca de oferendas e sacrifícios regulares. Alice leu atentamente cada palavra, sentindo um arrepio percorrer sua espinha. O acordo era escrito em um antigo idioma, mas com o auxílio de um dicionário antigo e suas habilidades de pesquisa, ela conseguiu decifrar o conteúdo sombrio. O pacto exigia que a entidade maligna recebesse uma alma pura a cada década para manter seu poder sob controle. Agora, diante dessa revelação perturbadora, Alice compreendia que a presença maligna na floresta era alimentada pelos próprios moradores que, por gerações, haviam perpetuado o pacto. A entidade maligna não era apenas uma criatura de folclore, mas uma força real e perigosa, cuja existência dependia do pacto. Determinada a encontrar uma maneira de quebrar o acordo e libertar a floresta e seus habitantes desse fardo sombrio, Alice mergulhou em uma pesquisa intensiva. Ela procurou por pistas adicionais em documentos antigos, conversou com anciãos da comunidade e explorou lendas e mitos relacionados ao local. A cada nova descoberta, ela percebia a importância de encontrar uma solução para romper o pacto. Foi durante uma conversa com um ancião da aldeia que Alice obteve informações valiosas. Ele contou-lhe sobre um antigo artefato guardado em um santuário escondido nas profundezas da floresta. Esse artefato, conhecido como o "Cálice da Redenção", era supostamente capaz de quebrar o pacto e libertar a entidade maligna. Guiados por essa nova esperança, Alice e seus aliados se embrenharam ainda mais na floresta, enfrentando os perigos e desafios que se apresentavam. A cada passo, a pressão aumentava, e a sensação de que estavam sendo observados se intensificava. As sombras dançavam ao seu redor, sussurrando ameaças em seus ouvidos. Após dias de busca incansável, eles encontraram o santuário. Localizado em um claro da floresta, o lugar emitia uma aura de mistério e poder. Alice se aproximou do altar onde o Cálice da Redenção repousava, brilhando fraco à luz do luar filtrada pelas árvores. Ela estendeu a mão, sentindo a energia pulsante do artefato. Antes que pudesse pegar o cálice, as sombras ao redor começaram a se agitar, formando uma figura escura e sinistra. Era a entidade maligna, manifestando-se diante deles. Uma sensação gélida percorreu a espinha de Alice, mas ela se manteve firme, encarando os olhos negros e penetrantes da criatura. A entidade falou com uma voz sibilante e ameaçadora, tentando dissuadi-los de quebrar o pacto. Alertou-os sobre as consequências terríveis que os aguardavam se prosseguissem. No entanto, Alice não se deixou intimidar. Ela sabia que a liberdade valia o risco, não apenas para si mesma, mas para toda a comunidade que vivia sob o jugo desse pacto sombrio. Com coragem renovada, Alice ergueu o Cálice da Redenção e proclamou suas intenções de quebrar o pacto. A entidade soltou um grito de fúria e tentou lançar-se sobre eles, mas seus aliados agiram rapidamente, formando um círculo protetor ao redor de Alice. Eles resistiram ao ataque, desafiando a força maligna com determinação. Com um movimento brusco, Alice despejou um líquido misterioso do cálice no altar. Um clarão de luz cegante preencheu o santuário, dispersando as sombras que se contorciam. A entidade gritou de agonia, perdendo seu poder à medida que o pacto era quebrado. A floresta parecia suspirar de alívio enquanto a presença maligna se dissipava. Alice e seus aliados saíram do santuário, sentindo uma nova energia percorrer a floresta. Eles haviam alcançado uma vitória importante, mas sabiam que a jornada ainda não havia terminado. A libertação da entidade maligna era apenas o começo. Agora, eles teriam que lidar com as consequências do que desencadearam e enfrentar as mudanças que viriam. Juntos, eles voltaram para a aldeia, prontos para enfrentar o desconhecido e ajudar a comunidade a se recuperar dos séculos de opressão. Alice havia se tornado uma líder corajosa e inspiradora, e seus aliados eram testemunhas do seu papel fundamental na resolução desse mistério sombrio. Enquanto o sol se punha no horizonte, Alice olhava para a floresta com um sentimento de esperança renovada. Ela sabia que a jornada em busca da verdade havia mudado sua vida para sempre, e ela estava pronta para enfrentar qualquer desafio que ainda estivesse por vir. Afinal, a verdadeira força residia na coragem de enfrentar as sombras e lutar pela luz.
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