Capítulo 31 Malu narrando Ainda estava com a mesma roupa de antes: o vestido justo colado ao corpo e a jaqueta amarrada na cintura. O calor da sua mão me queimava quando ele ergueu meu vestido e apertou minha b***a. Meu corpo reagia sozinho enquanto minha boca devorava a dele. Num impulso, ele reclinou o banco para trás e o som do estofado cedendo ecoou no silêncio da rua. Eu me deitei sobre ele, minhas mãos deslizaram com pressa pela minha própria cintura até alcançar sua calça, abrindo o zíper e libertando o desejo que latejava. Encostei sua rigidez em minha i********e, ainda coberta, e comecei a esfregar, buscando um prazer proibido. O ar ficou denso, carregado de uma mistura de adrenalina e loucura. Nossos beijos eram urgentes, quase violentos, como se estivéssemos tentando arrancar

