Eu estava achando que aquele natal era o pior natal de toda minha vida, mas quando cheguei em casa tive uma surpresa bastante agradável. Alguém que eu não esperava ver estava lá, com uma camisa branca e um sorriso no rosto, com uma caixa preta media envolta dela existia um laço, Hector estava ali e para me ver. — Estava chorando? — Ele pergunta ao ver meus olhos avermelhados. — Eu prefiro que seja drogas porque se alguém tiver feito minha filha chorar eu juro que... — Tá tudo bem mãe, sério. — Digo dando um riso passando a mão nos olhos. Eu não precisava do Bruno, tudo o que eu precisava estava ali, e eu sempre tive. Mas minha arrogância impediu de enxergar. Eu tinha uma família muito legal, uma irmã mais nova qual eu podia ensinar a não cometer os mesmos erros que eu cometi, e algué
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