— Acho que o melhor é não nos vermos por um tempo. Ela diz, e ele fica sem fôlego. — Não sei se essa amizade vai dar em algo bom, porque você parece não entender os meus limites. — Não. Ele replicou, com um sorriso torto. — Vim jantar com você. Não vou aceitar um não como resposta. — Estou noiva. Ela lembrou, sentindo a respiração acelerar. — As coisas mudaram. — Ele nem te deixa sair com seus amigos? — William não me ordena nada. Eu não quero sair com você porque não quero. Ela esclarece. — Não até você parar de ser intenso e entender que eu serei apenas sua amiga. Só nesses termos, nada mais. — Eu sei. Mas isso não muda o que eu sinto. Ele disse, e a sua mão subiu para roçar-lhe a mandíbula. — Você ainda é a mesma garota doce que eu conheci... venha jantar comigo. Só quero uma hora

