38°

837 Words

Jonathan  Anna entrou assim que a maluca saiu. — Você ouviu essa p***a, Anna?! — perguntei indignado. Ela parece tão surpresa quanto eu. — Será que é verdade? — ela fechou a porta. — Verdade o caramba. Tudo mentira. Eu nunca engravidei nenhuma garota, não é agora que a p***a da camisinha vai estoura, com todo respeito a você. — baixei o tom no final. Essas histórias me estressam. — Pelo amor de Deus, senta aí Anna. — pedi apertando meu rosto. — É um golpe. Aquela garota é uma golpista. Nunca a vi na minha vida. Eu posso ter uma memória r**m pra lembrar das garotas que fico na balada. Mas se eu olhar duas, três vezes lembro sim. E dela eu não tenho nenhuma lembrança. — Mas e esses exames? — Falsos. Eu não acredito em porcaria nenhuma de história desse tipo. — E o que você vai fazer

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