Sumindo com a dor

868 Words

Uma hora mais tarde, Clara se dirigiu até a porta do quarto de Rafael. Com um leve toque, ela bateu, e a resposta que obteve foi um gemido cansado. Preocupada, Clara abriu a porta imediatamente. A luz do sol da tarde inundava o quarto, iluminando as paredes em um tom suave, enquanto as cortinas estavam puxadas, permitindo que a luminosidade entrasse livremente. Rafael estava deitado na cama, as mãos massageando as têmporas, como se tentasse afastar a dor que o consumia. Clara se aproximou, observando a expressão de dor em seu rosto. Com uma voz suave, ela disse: “Hora dos remédios.” Ele nem mesmo teve forças para protestar. A dor em sua cabeça era tão intensa que ele acreditava que iria explodir a qualquer momento. Quando Clara pediu que ele levantasse a cabeça para tomar os comprimido

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