Clara iniciou seu dia na clínica como fazia todos os dias: com um sorriso no rosto e um coração preparado para oferecer apoio aos pequenos pacientes que dependiam dela. A briga com Rafael naquela manhã, no entanto, ainda pesava em sua mente. Apesar disso, ela sabia que seu foco precisava estar nos pacientes e em suas famílias. Não havia espaço para distrações quando o trabalho envolvia vidas tão delicadas. Logo pela manhã, Clara recebeu a lista de pacientes do dia. Entre eles, Íris, uma garotinha de sete anos que, mesmo lutando contra um câncer agressivo, exalava energia e otimismo. Clara entrou no quarto de Íris e foi recebida com um sorriso radiante. “Clara!”, exclamou Íris, segurando um pincel nas mãos. “Hoje vou terminar meu quadro! Você vai me ajudar?” Íris estava pintando uma tela

