Eu observava o mundo ao meu redor, as notícias diárias, as dores que pareciam se espalhar sem controle. A ideia de um Deus amoroso e, ao mesmo tempo, um mundo cheio de sofrimento, sempre me inquietava.
Eu sentava em um lugar habitual, a mente cheia de perguntas que pareciam não ter resposta. Foi então que, como tantas vezes antes, busquei a presença de Eu Sou, a fonte de sabedoria que sempre o guiava:
Eliandre: Eu Sou, tenho uma pergunta que me atormenta. Se Deus é amor, por que há tanto sofrimento no mundo? Por que as pessoas parecem ser castigadas? O que é o "fogo" e os "vermes" de que tanto se fala?
Eu Sou: Meu caro, o sofrimento que vocês presenciam não é um castigo imposto por um Deus irado. É a consequência natural das ações e pensamentos humanos. Deus é amor, e o amor não castiga. Ele apenas permite que a lei da ação e reação se manifeste.
Eliandre: Então, somos nós mesmos que criamos nosso próprio "inferno"?
Eu Sou: Exatamente. O m*l que experimentam, o que chamam de "inferno" ou "fogo", é o resultado das suas próprias atitudes e pensamentos. Deus é o criador do amor, da vida, da bondade. Ele nunca desejaria o m*l para suas criaturas.
Eliandre: Mas e as escrituras que falam de "fogo eterno" e "vermes que não morrem"? Como isso se encaixa na ideia de um Deus que é só amor?
Eu Sou: Essas são metáforas, Eliandre. O "fogo" representa o sofrimento intenso que vocês experimentam na Terra quando agem contra as leis universais do amor e da harmonia. É a dor de viver em desequilíbrio, de colher o que se plantou em solo árido.
Eliandre: E os "vermes"?
Eu Sou: Os "vermes" são os remorsos, a culpa, o arrependimento que corrói a alma quando vocês percebem o m*l que fizeram ou o bem que deixaram de fazer. É a consciência pesada que não lhes dá trégua.
Eliandre: E a "escuridão"?
Eu Sou: A "escuridão" é a ignorância, a falta de conhecimento sobre as leis do universo e sobre a verdadeira natureza de Deus e de si mesmos. É viver sem luz, sem propósito claro, perdidos em suas próprias ilusões.
Eliandre: Então, o "lago de fogo e enxofre" não é um lugar literal para depois da morte?
Eu Sou: Não, Eliandre. O "lago de fogo e enxofre" é um estado de sofrimento profundo que se manifesta aqui na Terra, resultado de uma vida de pensamentos e ações que vão contra o amor. É a consequência de se afastar da sua essência divina.
Eliandre: E a "segunda morte"? O que ela significa?
Eu Sou: A "primeira morte" é a morte física, a transição do corpo. A "segunda morte" é a morte do espírito, da alma, a perda da conexão com a fonte divina, com o amor. É o estado de viver em completa separação de Deus, de si mesmo e da vida. É a aniquilação da sua capacidade de amar e de ser amado, de sentir alegria e paz.
Eliandre: Isso é terrível... Então, o que podemos fazer?
Eu Sou: A solução é simples, embora exija esforço. Vocês precisam mudar. Mudar seus pensamentos, suas atitudes, suas ações. Este universo é uma grande escola, e vocês estão aqui para aprender.
Eliandre: Aprender a amar, a sermos bons?
Eu Sou: Sim. Vocês têm o livre-arbítrio para escolher o caminho. Se escolherem o caminho do amor, da bondade, receberão a bondade .Mas se escolheres o m*l , receberão o m*l.
PODER DA CRENÇA E DA INTENÇÃO
O "Eu Sou" me ensinou a fazer chover através da crença inabalável e da visualização vívida. Ao aplicar essa técnica, eu consegui fazer chover e repeti a experiência com sucesso.
A EXPERIÊNCIA DO ARROZ
Eu tive uma experiência do arroz cozido, na qual palavras de "amor" e "ódio" afetam a decomposição do arroz. Eu questionei o "Eu Sou" sobre a veracidade disso e recebi a confirmação de que as palavras proferidas realmente afetam a matéria, objetos, animais e o planeta.
O "Eu Sou" até sugere que o dilúvio bíblico foi resultado de palavras, ações e sentimentos negativos que corromperam tudo.
Dado a confirmação do " Eu Sou" decidi fazer uma experiência com arroz cru. Coloquei arroz cru com um pouco de água em copos, cada um identificado com o nome de um m****o da minha família e de um amigo. Após 7 a 10 dias, observei que o arroz em cada copo se deteriorou de maneira diferente, aparentemente influenciado apenas pelo nome:
O arroz com o nome da minha mãe teve uma pequena mancha.
O arroz com o nome do meu pai teve uma leve mancha amarronzada.
O arroz com o nome da minha irmã apresentou a maior mancha.
O arroz com o nome da minha esposa praticamente não tinha manchas.
Essa experiência me levou a concluir que a "luz" interior de cada pessoa pode preservar o arroz, indicando que uma maior "luz" (ou pureza) retarda a deterioração, enquanto um "déficit de luz" (representando erros ou aspectos negativos na vida) acelera o processo.
Entendi que meu próprio nome, ou o nome de qualquer pessoa, exerce uma influência energética sobre o arroz.
A RELAÇÃO COM O NOME DE JESUS
A experiência do arroz cru me levou a uma nova compreensão sobre o poder dos nomes, comparando-a com a crença cristã de que o nome de Jesus possui poder para curar, abençoar e expulsar demônios.
A minha experiência confirma a ideia de que os nossos pensamentos podem ter uma influência poderosa e energética juntamente com o nosso nome , validando minha percepção de que "temos poder".
Agora que a influência energética dos nomes e a luz interior de cada um foram reveladas de forma tão surpreendente, uma pergunta ecoa: se a nossa própria "luz" pode moldar a realidade à nossa volta, que outras fronteiras da existência poderíamos redefinir?
Nos próximos capítulos, prepare-se para explorar como essa profunda compreensão pode desvendar os segredos da cura, da manifestação e do verdadeiro potencial que reside em cada um de nós. O que mais "Eu Sou" tem a revelar sobre o poder que você nem imagina possuir ?
Pegou a chave 🔑(15)?