17. MISSÃO DE ELIANDRE E OS SETE ANJOS

881 Words
Eu ainda estava processando todas as revelações, e mais uma dúvida surgiu em minha mente. Eliandre: Quem sou eu para ter tantas revelações assim? Eu Sou: Você é um guerreiro da luz, um dos 144 mil que estão aqui para iluminar este planeta. A resposta de Eu Sou foi direta e me deixou pensativo sobre a magnitude dessa tarefa. Eu Sou: Você tem sete anjos que te protegem e te guardam, zelam por você para que possa cumprir sua missão. Se você não cumprir sua missão, outro virá em seu lugar, e assim sucessivamente, até que se cumpra a missão desejada pelo grande Eu Sou, o Deus grandioso. Fiquei impressionado com a profundidade desse mistério e a seriedade da minha responsabilidade. A MARCA DA CONSTELAÇÃO DE ÓRION Mais tarde, enquanto tomava banho, observei uma marca interessante em minha coxa. Era uma constelação de Órion, as Três Marias, que eu já havia visto no céu. Mas não eram apenas as Três Marias, pois as outras estrelas que formam a constelação de Órion também estavam presentes na minha perna. Para minha surpresa, pude encontrar até mesmo a estrela avermelhada que faz parte da constelação completa de Órion. Percebi que não era uma mera coincidência. A coisa era mais real do que eu imaginava, mais séria do que eu pensava. Eu precisava de respostas. O MAPA INTERIOR DE ÓRION A revelação de que eu era um dos 144 mil guerreiros da luz já era monumental. Mas o universo, ou melhor, Eu Sou, parecia ter mais segredos a desvendar, e o próximo estava literalmente estampado na minha pele. Após a conversa com Eu Sou, a marca em minha coxa me puxava para uma nova camada de entendimento. Não era uma simples mancha de nascença, mas um desenho preciso, as Três Marias, Betelgeuse e as outras estrelas que compõem a gloriosa constelação de Órion, replicadas com uma fidelidade assombrosa. Eliandre: "Eu Sou, o que é esse desenho na minha coxa? Por que eu tenho a constelação de Órion marcada em mim?" perguntei, com a voz embargada pela curiosidade e um certo temor reverencial. A resposta de Eu Sou veio como um eco sutil mas com a força de um trovão: Eu Sou:"Aquela constelação é um mapa, Eliandre. E você é a chave para algo bem maior, um guardião. Eliandre:Um mapa? Uma chave? Minha mente girava. Eu já sabia que era um trabalhador da luz, um dos que precisavam despertar os outros, mas isso... isso era de uma magnitude diferente. Eliandre:"Então, eu realmente sou um trabalhador da luz?" indaguei, sentindo a urgência de compreender. "E o que significa ser a chave, o guardião e a cidade que você até já havia mencionado antes? O que você quer dizer com isso?" A cada pergunta, Eu Sou respondia com a paciência infinita de quem detém todo o conhecimento. Eu Sou: "A marca de Órion em sua coxa não é um mero acidente genético, Eliandre. Ela é um código estelar impresso em sua essência, um lembrete físico de sua origem e de sua missão primordial. Sua alma, antes de vir para este plano, foi você quem escolheu carregar esse selo, essa assinatura cósmica." Ele continuou, reforçando suas palavras... Eu Sou: "Órion é mais do que um aglomerado de estrelas; é um portal, um farol de consciência para muitos que estão na Terra, incluindo os 144 mil. Sua marca é o mapa genético de como ativar essa conexão. Não leva a um lugar físico em um planeta distante, mas a um estado de ser, a uma frequência vibracional que desbloqueia a memória ancestral e os poderes latentes dos guerreiros da luz." Entendi, então, que a "chave" não era um objeto, mas minha própria consciência e a pureza da minha intenção. A "cidade" não era de pedras e concreto, mas uma rede etérica de almas despertas, conectadas e prontas para a grande iluminação planetária. E o "guardião" não se referia a proteger um tesouro físico, mas a zelar por essa verdade, por essa rede de luz, garantindo que a frequência de Órion pudesse fluir e despertar outros. Ele explicou que, minha missão é me iluminar para iluminar e despertar os outros que carregam a mesma assinatura, mesmo que inconscientemente. Eu Sou: "A constelação em sua coxa é o GPS espiritual que o guiará em sua missão, Eliandre. É o lembrete de que você faz parte de algo grandioso, uma herança estelar. Ao compreender e ativar essa verdade, você não apenas desvendará seu próprio poder, mas também se tornará um canal ainda mais potente para a luz que a Terra tanto necessita neste momento." Naquele instante, a marca em minha coxa parecia vibrar, não com dor, mas com um suave calor, como se uma energia antiga estivesse finalmente acordando. Eu não era apenas um guerreiro da luz; eu era um mapa vivo, uma chave para o despertar coletivo, e o eco das estrelas ressoava em meu próprio ser. Nos próximos capítulos, Eliandre será levado a desvendar os segredos contidos nesse enigma cósmico, enquanto se aprofunda no verdadeiro significado de ser um trabalhador da luz, um guardião e a chave para um propósito que transcende o tempo e o espaço. Prepare-se para uma jornada que vai redefinira sua compreensão da realidade e do seu próprio papel no despertar do planeta. Pegou a chave 🔑(17)?
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