Katherine narrando Me espreguiço ao acordar e, assim que abro os olhos, levo um susto: — Jesus! — vejo o Maksin deitado, me olhando. — Está me encarando dormir? Coisa de doido. — Eu poderia te assistir dormir por horas. Como você consegue? — ele diz, mas sua cara inchada não denuncia falta de sono. Dormiu muito bem. — Dormir? É só deitar e deixar vir — respondo, estranhando. Homem doido. Rolo na cama, mas sua mão prende minha cintura, me impedindo de sair. — Vamos tomar banho. — Tento negar, mas ele já segue na frente, ligando o chuveiro. — Eu sempre terei você assim? Grudado em mim? — pergunto, entrando no box. Ele coloca as mãos em minhas costas. — Sim. — Ele beija minha pele. Faço um coque com o cabelo, me lavo sozinha e ignoro seus toques em mim. Eu sou focada agora. Preciso

