A confissão de Cássia, "Você me deixa desconfortável, mas de um modo bom", foi a senha que Kalel precisava. Ele a beijou com mais profundidade, com a boca faminta, enquanto suas mãos apertavam o bumbum dela, puxando-a para mais perto, para sentir sua ereção. Os suspiros de Cássia se misturavam aos dele, e o ar no quarto escuro ficou denso com a tensão pré-s****l.
Kalel deslizou para fora da cama por um momento, com a memória de ter um hidratante corporal na mochila. Ele procurou e encontrou a pequena embalagem. Voltou para a cama, e o sorriso de Cássia, mesmo no escuro, era visível em seu brilho.
Com cuidado, ele sentou-se na beirada da cama e abriu a garrafa, despejando um pouco do creme nas mãos.
— Vou fazer uma massagem em você. Minha gata.
O perfume se espalhou pelo quarto. Kalel começou a massagear os pés de Cássia, com um toque suave e relaxante que a fez gemer de prazer. Ele subiu pelas panturrilhas, coxas, sentindo a maciez da pele dela sob seus dedos. Cada carícia era um convite, cada movimento uma antecipação.
Cássia, por sua vez, não ficou passiva. Sentindo o corpo de Kalel pulsando de desejo, ela o puxou para mais perto e o fez se deitar. Com um movimento ágil, ela se posicionou sobre ele. Suas mãos habilidosas encontraram o p*u de Kalel, já duro e ansioso. Lentamente, ela o pegou e o levou à boca, começando a chupar com uma voracidade que o fez arrepiar. A língua de Cássia era quente e úmida, explorando cada centímetro, cada curva, cada veia pulsante. Kalel gemeu, com a cabeça jogada para trás, entregue ao prazer que ela proporcionava.
Enquanto Cássia o chupava, Kalel sentia uma felicidade quase infantil, uma ansiedade crescente e um t***o que parecia explodir em cada célula de seu corpo. Ele estava completamente perdido nas sensações e louco por ela.
Cássia então parou por um instante, com o olhar malicioso. Ela se afastou um pouco e pegou o hidratante, despejando-o nas mãos. Com uma suavidade sensual, ela começou a massagear todo o corpo de Kalel. Desde seus pés, subindo pelas pernas musculosas, passando pelas coxas, até o peito. Suas mãos deslizavam pelos braços, pelos ombros, e ela dedicou um tempo especial para massagear suas mãos, sentindo a força em seus dedos. O corpo de Kalel estava coberto pelo creme, brilhando levemente na penumbra. Cada toque, cada carícia de Cássia, o deixava mais feliz, mais ansioso e com um t***o incontrolável. Ele sentia que aquela noite seria uma experiência inesquecível, um mergulho profundo na conexão com a mulher que havia despertado nele sentimentos que ele nem sabia que existiam.
Com o corpo de Kalel vibrando sob as mãos de Cássia, ela o beijou com uma intensidade de tirar o fôlego. O cheiro de seus perfumes pairava no ar, misturando-se ao aroma natural de suas peles excitadas. Ela sabia que ele estava no auge do desejo, e a espera só aumentava o prazer.
Com um movimento sensual, Cássia pegou a camisinha que havia trazido para o quarto. Seus dedos habilidosos desenrolaram o preservativo sobre o p*u duro e pulsante de Kalel, um toque que o fez gemer em antecipação, puxando o cabelo dela.
Em seguida, sem hesitação, ela se sentou sobre ele, encaixando sua b****a, agora macia e úmida da excitação, diretamente sobre a ponta do p*u dele. A entrada causou um gemido abafado de ambos, um encaixe perfeito que fez seus corpos se unirem com uma naturalidade avassaladora. Era como se, por um momento, o universo tivesse conspirado para que seus corpos fossem feitos um para o outro.
Cássia começou a rebolar lentamente, com os quadris movendo-se em um ritmo sensual e provocante. Cada movimento era uma carícia, uma fricção que intensificava o prazer para Kalel. Ele a sentia profundamente, a cada deslize, a cada contração de seus músculos internos sugando e apertando o p*u. A química entre eles era inegável, quase palpável, preenchendo o quarto escuro com uma energia ardente.
Kalel a abraçou com força, suas mãos apertando a cintura dela, impulsionando-a para mais perto. Ele se sentia muito envolvido, perdido na dança dela, na sensação de seus corpos se unindo como se pertencessem um ao outro. Não havia espaço para o mundo exterior, para as preocupações ou para as diferenças. Apenas o prazer puro, a união perfeita de duas almas e dois corpos em um ritmo intenso de atração.
Cássia continuou a rebolar, com seus movimentos alternando entre lentos e sensuais e rápidos e vorazes. Ele a segurava pela cintura, impulsionando-a para cima, sentindo a cada estocada a profundidade e a i********e daquele encontro. A química era inegável, seus corpos se uniam como se tivessem sido feitos um para o outro, perdidos em um ritmo selvagem que preenchia o quarto escuro.
Não se contentando apenas com o prazer dos corpos, Cássia se inclinou, beijando-o muito, seus lábios famintos explorando cada canto da boca dele. Os beijos eram longos, úmidos, interrompidos apenas por suspiros e gemidos que escapavam de ambos. Ela o beijava no pescoço, na mandíbula, nas pálpebras, como se quisesse absorver cada pedaço dele.
Transaram por muito tempo assim, Cássia por cima, ditando o ritmo, a cada rebolar um gemido, a cada beijo uma nova sensação. As mãos de Kalel percorriam as costas dela, apertando o bumbum, traçando a curva da coluna, enquanto ela se inclinava, com seus s***s roçando o peito dele, aumentando a fricção e o desejo.
O suor misturava-se tornando a pele ainda mais escorregadia, e os corpos se moviam em uma dança de prazer sem fim, onde o tempo parecia ter parado e a única realidade era o toque, o calor e a união entre eles.
Kalel, tomado pelo desejo, tentou aprofundar a i********e. Enquanto a beijava com fervor, uma de suas mãos desceu para o bumbum dela, e ele tentou enfiar os dedos atrás, buscando aprofundar o prazer pervertidamente.
Cássia, no entanto, moveu os quadris sutilmente, não deixando que ele avançasse. Ela riu, com um som rouco e sexy, mas com uma ponta de determinação.
— Assim não, Kalel! — ela disse, com a voz ofegante.
— Eu já estou me entregando demais a você. Não posso continuar assim.
Kalel, com um sorriso de canto de boca, riu também. A recusa dela, ao invés de desmotivá-lo, apenas atiçou ainda mais seu desejo e sua obstinação.
— Não vou deixar você parar de se entregar! — ele respondeu, com a voz cheia de um tom divertido e possessivo.
— Você é linda, gostosa, uma mulher forte! Você merece viver o melhor da vida, Cássia.
As palavras dele, misturadas com o cansaço do prazer, fizeram Cássia sorrir. A exaustão, no entanto, começou a vencê-la. Com um último rebolar, ela saiu de cima dele, rindo, e se deitou ao lado, puxando-o para que ele ficasse por cima.
— Elogios vazios não vão me fazer mudar de ideia, Kalel. — ela sussurrou, com o aviso claro, mas o sorriso ainda presente.