Capítulo 23

1322 Words
Kalel não perdeu tempo. Com um sorriso determinado, ele subiu em cima de Cássia, com seus corpos ainda escorregadios pelo hidratante e pelo suor. Com um ge mido safado, ele a penetrou, com o pa u muito duro e melado com a lubrificação dela, foi deslizando suavemente para dentro. O encaixe foi perfeito, com um suspiro de ambos preenchendo o quarto escuro. Ele se aproximou, com o rosto colado ao dela, a respiração quente em seu ouvido. — Por que vazias, Cássia? — ele sussurrou, com a voz carregada de uma intensidade que ela não esperava. — Eu sinto tudo o que digo. É tudo verdade. Você deveria se olhar com mais carinho. Cássia o acariciou nas costas, com seus dedos traçando as linhas dos músculos dele. Os olhos dela, mesmo na escuridão, pareciam distantes, mergulhados em uma melancolia. — A vida real, Kalel, não me permite fantasiar. Não me permite sonhar. — ela respondeu, com a voz quase um lamento, carregada com o peso de anos de luta. Kalel sentiu a tristeza em suas palavras, a profundidade de sua dor. Ela parecia diferente agora, reflexiva, a leveza do t***o dando lugar a uma vulnerabilidade que o intrigava. — O que você tem, Cássia? — ele perguntou, com a voz suave, com a curiosidade misturada à preocupação. Ele a segurou mais forte, sentindo o calor de seu corpo. — O que aconteceu? Cássia olhou para Kalel, com seus olhos brilhando na escuridão com uma melancolia profunda. Em vez de responder diretamente à pergunta dele sobre o que a afligia, ela o beijou. Um beijo que carregava a doçura da atração, mas também a amargura da resignação. — Eu estou apenas sendo realista, Kalel. — ela sussurrou, com a voz carregada de um peso que ele m*l podia compreender. — Por mais que eu esteja adorando dar para você, e com muito gosto, sei que isso tem uma data de validade. A honestidade brutal dela, a aceitação de uma realidade dura, a atingiu como um golpe. Ela estava parecendo reflexiva, preocupada, e a vulnerabilidade em seu rosto era evidente mesmo na penumbra. Kalel sentiu um aperto no peito, mas o desejo o impulsionou. Ele começou a meter mais forte, com os movimentos se tornando mais intensos e rápidos. Ele a envolveu em seus braços, puxando-a para mais perto, como se quisesse protegê-la da própria melancolia. — Estamos apenas começando, Cássia. — ele sussurrou em seu ouvido, com a voz firme, cheia de uma determinação que beirava a teimosia. Ele continuou a se mover freneticamente, com o corpo respondendo ao seu próprio ritmo de prazer. As estocadas se tornaram mais profundas e rápidas, e Kalel, incapaz de se conter, alcançou o êxtase sozinho, com um gemido abafado escapando de seus lábios enquanto seu corpo se energizava. Exausto, ele desabou sobre ela. Cássia, com os braços ainda em volta dele, o beijou suavemente no pescoço e o abraçou, mas não respondeu nada. O silêncio dela, após a explosão de prazer e as palavras de Kalel, pairou no ar, carregado de incerteza e da dolorosa realidade que ela teimava em manter. Cássia se levantou da cama em silêncio. Kalel a observou enquanto ela se dirigia ao banheiro, com o corpo nu se movendo com uma graciosidade cansada na penumbra do quarto. Minutos depois, ela voltou, ainda nua, e se deitou na cama, virando-se de costas para ele. Kalel a observou, intrigado. O silêncio dela, após a intensidade da conexão e a revelação de sua melancolia, o deixava confuso. Uma pontada de receio o atingiu: será que ela havia percebido algo? Algum detalhe que entregasse sua verdadeira identidade? Ele fingiu estar dormindo, respirando fundo e uniformemente, apenas para ver se ela tentaria afastá-lo, se o mandaria de volta para o sofá. Cássia, no entanto, parecia perdida em seus próprios pensamentos. Ela pegou o celular, com a luz fraca da tela iluminando brevemente seu rosto, mexeu por alguns segundos e depois o colocou de lado. Em pouco tempo, o som de sua respiração se tornou regular, e Kalel percebeu que ela havia adormecido. Ainda fingindo dormir, Kalel contemplou a situação. A rejeição de horas atrás, a entrega da noite, a tristeza dela, a distância que ela impunha. Ele não queria ir para o sofá. Não agora. Respirou fundo e resolveu arriscar. Com um movimento suave, ele se aproximou, com o corpo quase encostando no dela. Com delicadeza, beijou o ombro de Cássia. — Boa noite. — ele sussurrou, com a voz, quase inaudível. Em seguida, levantou-se e foi ao banheiro. Ao voltar, deitou-se novamente na cama, desta vez mais próximo dela, sentindo o calor do corpo dela contra o seu. O cansaço o venceu, e eles adormeceram em silêncio, com o quarto preenchido apenas pelo som de suas respirações. No meio da noite, sem que nenhum dos dois percebesse conscientemente, as mãos se encontraram, trocando carinho em um gesto inconsciente de conexão e conforto. O dia amanheceu suavemente na ilha, mas a quietude foi quebrada pelo som estridente do celular de Cássia. O alarme ressoou no pequeno quarto, acordando os dois. Cássia se mexeu, com o corpo pesado pelo sono e pela intensidade da noite, e se deitou de barriga para cima, com o lençol fino cobrindo-a até o peito. Kalel, já com o p*u duro e a ereção matinal evidente, se aproximou dela. Com um sorriso sonolento e cheio de desejo, ele a beijou nos s***s, sentindo a maciez da pele, e depois subiu para o pescoço, depositando beijos leves e úmidos. — Bom dia, minha gata. — ele sussurrou, com a voz rouca pelo sono. Cássia correspondeu ao beijo, um leve sorriso surgindo em seus lábios. Ela não disse nada, mas suas mãos se moveram instintivamente. Encontraram o p*u de Kalel e começaram a masturbá-lo, seus dedos habilidosos deslizando pela pele quente e tensa. Kalel gemeu, sentindo o prazer imediato do toque dela. Em resposta, sua mão livre desceu para a i********e de Cássia, encontrando-a já úmida e macia. Ele começou a tocá-la, os dedos explorando cada curva, cada lábio, masturbando-a também, preparando-a para o que sabia que viria a seguir. Cássia se virou, deitando-se de costas para Kalel, mas com o corpo virado de lado, oferecendo-lhe acesso. Kalel, deitou-se atrás dela. Com um gemido de prazer, ele a penetrou de ladinho, sentindo o encaixe perfeito e a lubrificação dela. O t***o estava no ar, mas, de repente, Cássia se virou para ele, com a expressão séria, com os olhos fixos nos dele. — Você ainda está dormindo? — ela perguntou, com a voz baixa, mas com um tom de repreensão que o fez congelar. — Para estar metendo em mim, sem camisinha? Kalel riu, um riso baixo e rouco. A repreensão de Cássia, mesmo séria, não o abalou completamente. Ele a segurou pela cintura com firmeza, sentindo-a perfeitamente encaixada. — Só um pouquinho, prometo. — ele sussurrou, com a voz carregada de malícia, e começou a meter devagarinho, apreciando cada centímetro da i********e quente e macia da b****a dela. Enquanto a penetrava deliciosamente, ele a encheu de beijos, percorrendo suas costas, seus braços, seu pescoço. A cada estocada suave, ele sentia o corpo dela responder, a cada beijo, o desejo reacender. — Posso continuar? — ele perguntou, com a voz quase um gemido, sentindo-a ficar ainda mais lubrificada e excitada, com o calor dela envolvendo-o por completo. Cássia riu, uma risada ofegante que indicava sua rendição. — Só um pouco. — ela sussurrou de volta, com a voz cheia de desejo, empurrando o corpo contra o dele, convidando-o a aprofundar. Eles começaram a t*****r freneticamente, a fricção de seus corpos úmidos dando eco no quarto. Cássia gemia, os sons abafados pela cama e pelos seus próprios sussurros de prazer. Ainda era muito cedo, a luz do amanhecer m*l invadia o cômodo, e a porta estava fechada, mas não trancada. De repente, com um som alto e abrupto. A porta se abriu bruscamente com uma pancada.
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