Capítulo 12

1012 Words
Kalel estava na sala, sentado na beirada do sofá surrado, já vestido. Ele estava distraído, talvez pensando na virada inesperada de sua vida, quando o aroma de Cássia o atingiu. Ergueu os olhos e a viu passar pelo corredor estreito, sua silhueta feminina emoldurada pela luz fraca. Cássia não desviou o olhar. Seus olhos encontraram os dele, e um sorriso malicioso se espalhou por seus lábios rosados. Ela sabia o efeito que causava. — O jantar ainda vai demorar. — Cássia disse, com a voz baixa e sedutora, um convite implícito em cada palavra. Ela fez uma pausa, o sorriso se aprofundando, e seus olhos fixaram-se nos dele com uma intensidade que o fez prender a respiração. — Ainda quer se embebedar de mim? Kalel, com as palavras de Cássia ainda flutuando em sua mente e o perfume de seu corpo enchendo o ar, não hesitou. Ele se levantou do sofá de imediato, quase tropeçando em sua própria excitação. Em sua mão, o pacote de camisinhas parecia queimar, um símbolo de sua intenção descarada. Cássia, com um sorriso ainda mais largo e um brilho provocador nos olhos, virou-se e entrou no quarto. Kalel a seguiu, com sua respiração acelerada, o coração batendo forte no peito. A luz no quarto era ainda mais tênue, criando sombras e contornos que aumentavam a sensualidade do momento. Sem pressa, com movimentos lentos e deliberados, Cássia deixou a toalha deslizar por seu corpo, revelando-o completamente. A toalha caiu no chão com um sussurro, e ela, nua e confiante, caminhou até a cama. Sentou-se no meio do colchão, com as pernas levemente dobradas, convidativa. Kalel se aproximou enfeitiçado, com seus olhos fixos na beleza de Cássia. A pele tatuada reluzia sob a luz, e cada curva de seu corpo natural e magro, sem nada artificial, era uma obra de arte. Ele se aproximou, sorriu diante dela, sem tirar os olhos de seu corpo. Com um toque leve, começou a beijar suas pernas, da canela para cima, subindo devagar, a boca traçando um caminho de prazer pela pele macia e cheirosa. Cássia ofegou suavemente, com suas pernas se abrindo um pouco mais com cada beijo. Kalel continuou subindo, os beijos mais intensos, até alcançar o interior de suas coxas. Com um movimento lento e admirado, ele abriu suas pernas ainda mais, expondo sua i********e. E ali, emoldurada por uma pele sedosa, estava sua b****a, completamente raspada; com uma tatuagem de borboleta que adornava a "testa", que Kalel achou incrivelmente excitante, algo que ele nunca viu em anos. A visão o deixou louco. Seu p*u, já duro, latejou ainda mais forte, quase dolorosamente. A combinação da beleza natural de Cássia, a ousadia de seu convite e a visão de sua i********e tão próxima e convidativa o levou ao limite da excitação. Ele estava completamente perdido no desejo por ela. Kalel não perdeu tempo. Com um suspiro baixo de desejo, ele se inclinou sobre Cássia, sua boca foi descendo para a tatuagem. Seus lábios encontraram a pele macia, ele beijou tudo várias vezes e sua língua, ávida, começou a trabalhar. Ele a lambeu e sugou, explorando cada dobra e cada canto de sua b****a. O sabor era de Cássia, uma mistura inebriante de doçura, de pele e de uma sensualidade pura. Ele ouviu o ofegar dela, um som que o impulsionava a ir mais fundo, a ser mais intenso. Enquanto ele se entregava ao prazer de chupar sua b****a, Cássia não permaneceu passiva. Suas mãos, antes seguras por tanto tempo, agora estavam livres para explorar o corpo dele. Seus dedos deslizavam pelos cabelos de Kalel, um carinho que o fez estremecer. Depois, suas mãos desceram, traçando as linhas de seus ombros largos, suas costas, e então, com uma ousadia deliciosa, ela começou a arranhar suavemente. O p*u de Kalel endureceu ainda mais ao toque dela. Os dedos de Cássia eram quentes e firmes, acariciando-o. Ela o massageava com uma i********e que Kalel, em seus casamentos superficiais, raramente havia experimentado. A combinação da sucção dele e do toque dela era uma sinfonia de prazer, levando-o a um estado de êxtase que ele não sentia há anos. O gemido de Cássia, agora mais alto, misturava-se aos sussurros de Kalel, em um quarto onde a única luz vinha do t***o que os envolvia. Com um gemido urgente, Cássia puxou Kalel para cima. Suas bocas se encontraram em um beijo selvagem, faminto, que trazia todo o sabor daquela noite insana e de toda a tensão acumulada. Os lábios de Kalel, molhados e ardentes, correspondiam à intensidade dela, aprofundando o beijo, explorando cada canto da boca de Cássia. As mãos dela, ágeis e cheias de desejo, começaram a descer pelo corpo de Kalel, tirando suas roupas. A camiseta de escola e a bermuda de jogar bola foram removidas com uma rapidez surpreendente, revelando o corpo dele, tenso e ardente. A ausência de cueca tornou a tarefa ainda mais fácil. O p*u de Kalel, ereto e pulsante, saltou para fora, ansioso como um grande picolé de chocolate. Cássia, sem perder o contato visual, pegou o pacote de camisinhas que ele havia deixado cair, pegou uma e abriu-o com os dentes. Com uma destreza sedutora, ela desenrolou a camisinha sobre o p*u de Kalel, com seus dedos mornos e firmes, o toque elétrico. Em seguida, ela o empurrou suavemente para deitar na cama. Kalel cedeu, sentindo o colchão macio sob suas costas. Cássia subiu em cima dele, seus joelhos em cada lado de sua cintura, o corpo dela pairando sobre o dele como o de uma leoa prestes a atacar sua presa. Seus olhos, agora ardendo em desejo, encontraram os dele, e um sorriso predatório brincou em seus lábios. Lentamente, com uma sensualidade que tirava o fôlego de Kalel, ela começou a descer. O p*u dele, duro e vibrante, encontrou a entrada macia e úmida da b****a dela. Cássia o colocou dentro de si, o engoliu lentamente, com o calor e a pressão aumentando a cada milímetro que ele entrava. Ele ouvia o gemido dela, um som baixo e prazeroso, enquanto seu corpo se encaixava perfeitamente no dele.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD