Capítulo 13

1107 Words
Quando ele estava completamente dentro, Cássia começou a cavalgar. Movimentos suaves e controlados no início, depois mais rápidos e intensos, cada apertada que ele lhe dava era um convite para o caminho do prazer. Ela se movia sobre ele com a graça de uma dançarina, o rebolado dos quadris, com uma fricção deliciosa, aprofundando a penetração e o deixando completamente louco de excitação, se contraindo e o apertando dentro de si. Kael arfava embaixo dela, com suas mãos agarrando os quadris de Cássia, incapaz de fazer qualquer coisa além de se entregar àquele turbilhão de sensações que ela, a mulher do quiosque, havia despertado nele. Com um gemido forte e urgente, Kael, impulsionado por um desejo avassalador, quase gozando, agarrou os quadris de Cássia e a fez parar, a puxou pelos cabelos e a beijou ardentemente. Com um movimento rápido, inverteu suas posições. Ele se sentou na cama, puxando-a para cima de si, fazendo com que ela o abraçasse e suas pernas se enroscassem em seu corpo. A penetração, que era profunda e intensa, manteve-se ininterrupta, os corpos perfeitamente encaixados em um abraço caloroso. Agora, sentados de frente um para o outro, seus rostos próximos, seus lábios se encontraram novamente em um beijo voraz. Não era um beijo delicado, mas uma fusão de bocas, línguas e suspiros. Enquanto se beijavam com a mesma intensidade, seus quadris começaram a se mover freneticamente, um ritmo instintivo e selvagem que os impulsionava um contra o outro. Os corpos, já suados, deslizavam com o atrito, cada movimento uma onda de prazer que os levava mais fundo na i********e. Eles estavam abraçados com tamanha força que era impossível saber onde um começava e o outro terminava. A pele branca dela, em contraste com a pele n***a dele, criava um espetáculo visual de cores e texturas que se fundiam sob a luz tênue do quarto. As mãos dele percorriam as costas dela, seus dedos cravando-se nos quadris de Cássia, enquanto as mãos dela se agarravam aos ombros dele, puxando-o para mais perto, para mais fundo. A cada estocada, a cada gemido forte, a cada beijo faminto, eles se perdiam na sensação, esquecendo o mundo exterior, as preocupações, as diferenças. Era apenas o prazer puro, a união de dois corpos que se encontravam em um frenesi de t***o, criando um ritmo hipnótico que os levaria à exaustão e, talvez, a algo mais. No auge do t***o, enquanto seus corpos se moviam em um ritmo frenético, Kael aprofundou o abraço. Suas mãos, antes firmes nos quadris de Cássia, desceram para o bumbum dela, apertando-o com uma intensidade quase possessiva. O contato era macio e firme, e a cada aperto, Cássia gemia, impulsionando-o para mais perto. Em meio àquele turbilhão de sensações, Kael sentiu um desejo incontrolável de explorar ainda mais a i********e de Cássia. Com um movimento sutil de sua mão livre, ele deslizou os dedos para a f***a entre as nádegas dela, encontrando uma entrada preciosa. O toque foi delicado no início, um convite silencioso. Cássia ofegou, mordeu a boca dele, ele foi adiante e a invadiu um pouco, seus quadris se curvaram instintivamente em direção ao toque, e um gemido mais alto escapou de seus lábios, revelando que ela havia gostado. Encorajado pela reação dela e pela quantidade de drinks, Kael não hesitou. Com ousadia, ele introduziu um segundo dedo, aprofundando a invasão, enquanto continuava a estocar dentro da b****a dela com seu p*u duro babando com o pré-g**o. A tensão e o prazer se intensificavam, e Cássia, sem tirar os olhos dos dele, apertou-o ainda mais em seus braços, as unhas cravando-se suavemente em suas costas, aceitando e desfrutando daquela nova sensação. Enquanto se agarrava a ela, foi invadindo seu cu cada vez mais com seus dedos, chupou os s***s dela ferozmente como um devasso, Kael sentiu o prazer alcançando um clímax insuportável. Com um último esforço, ele a deitou na cama, sem sair de dentro dela. Com o corpo dela agora esticado sob o seu, ele pôde mover-se com mais liberdade, foi metendo freneticamente, estocando forte na b****a de Cássia, levando ambos a um êxtase avassalador que os consumiria por completo. Apesar da explosão de prazer, Kael continuou de p*u duro, pulsando, com a camisinha melada da lubrificação de Cássia. Com um suspiro enigmático, ele se retirou da b****a dela, o som úmido do deslizamento preenchendo o silêncio. Sem hesitar, ele pegou as pernas de Cássia, que estavam ainda mais moles e relaxadas após o orgasmo, e as ergueu, abrindo-as completamente, expondo sua i********e toda de forma ainda mais convidativa. Cássia, ofegante e com os olhos semicerrados de prazer, não protestou. Seus quadris se curvaram ligeiramente, como um convite silencioso. Ela se arreganhou como um frango assado. Kael posicionou a cabeça do p*u na entrada de seu cu, que era apertado e parecia relutante, ela sorriu espontaneamente com malícia. — Vai devagar. — Sussurrou, com a voz baixa de desejo, mas com um tom de audácia. Kael parecia saber muito bem o que estava fazendo, sorriu enquanto tentava se colocar dentro dela. — Eu vou devagar. Enquanto ele forçava a cabeça do p*u, com delicadeza e firmeza, na entrada do cu dela, Cássia moveu uma das mãos para o seu próprio c******s. Com os dedos hábeis, ela começou a massageá-lo com ritmo e precisão. O contato direto, a fricção deliciosa, servia como um contraponto à sensação de invasão anal, diluindo qualquer desconforto em puro prazer. O p*u de Kael entrou pouco a pouco, centímetro por centímetro, um esforço que era recompensado pelos gemidos de Cássia. Eram gemidos baixos no início, depois mais altos, que se transformavam em palavras. Ela gemia algo vulgarmente, palavras que Kael não esperava ouvir da mulher do quiosque, mas que, naquele momento, em meio àquela i********e crua, só serviam para atiçá-lo ainda mais. Ele continuava a empurrar, lentamente, mas com determinação, sentindo o corpo dela se acostumar, se abrir, e os gemidos vulg ares se tornarem a trilha sonora daquele ato final de sua posse mútua. Enquanto o p au de Kael pene trava mais fundo no c u de Cássia, ele usou sua mão livre para mast urbá-la. Seus dedos habilidosos encontraram o c**t óris dela, que já estava sensível e inchado de excit ação. Ele começou a friccioná-lo, ritmicamente, com uma combinação de toques suaves e firmes, adicionando uma camada extra de prazer à invasão an al que se tornava mais intensa. Cássia gemia mais alto, com as palavras vulgares de palavrões se misturando a suspiros e ofegos. A cada estocada do p au de Kael no c u dela, e a cada carícia de seus dedos em seu c******s, o corpo de Cássia tremia.
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