Capítulo 19

1398 Words
Cássia ergueu o olhar para Kalel, com um sorriso sutil e distante brincando em seus lábios, como se sua mente estivesse em outro lugar, flutuando em pensamentos profundos. — Eu tenho várias questões, conflitos internos, que me fazem querer o silêncio, hoje! Não foi um bom dia. A mágoa ainda estava lá, mas ele não sabia exatamente a razão, algo na presença dele parecia amolecer suas defesas. — Não quer jantar, né? — ela perguntou, com a voz cansada, quase um sussurro. Seus olhos se moveram, avaliando-o. — Quer tomar banho? Kalel não esperou. Deixando a mochila de lado, ele se aproximou dela, com os passos leves. Envolveu-a pela cintura por trás, sentindo o corpo dela n u sob a camisola fina e florida. Ele roçou os lábios no pescoço de Cássia, sentindo o perfume floral que ainda a envolvia. — Quero a sobremesa. — ele murmurou, com a voz carregada de desejo, beijando a pele macia dela. — Quero você. Ele inspirou profundamente, sentindo o aroma inebriante dela. — Se o cheiro é bom, o gosto deve ser melhor ainda. — Kalel continuou, apertando-a contra si, com a frase carregada de uma promessa sensual. — Eu tô doido para chupar sua bu ceta hoje! A confissão explícita, dita com a urgência de um desejo incontrolável, rompeu o último resquício de distância entre eles. Cássia correspondeu ao abraço de Kalel rindo, com seu corpo se curvando suavemente contra o dele. O calor se intensificava com o contato de seus corpos. Kalel, com um gemido baixo de prazer, a moveu lentamente até encostá-la na borda da mesa da cozinha. A madeira fria contrastava com o calor crescente de suas peles. Ele levantou a camisola, começou a esfregar o p au duro, pulsando contra o bumbum redondo e macio dela. O atrito era uma tortura deliciosa, cada movimento um convite silencioso para mais. As mãos de Kalel subiram pelas laterais do corpo dela, contornando a cintura, até alcançarem seus s***s. Ele os apertou suavemente, os polegares roçando os ma milos já rígidos sob o tecido fino da camisola. Cássia ofegou, com o prazer percorrendo seu corpo. Lentamente, ela se virou no abraço, sem quebrar o contato entre seus quadris e o p au dele. Seus olhos encontraram os de Kalel, e um sorriso de pura malícia dançou em seus lábios. Ela o beijou, um beijo lento e provocante, suas línguas se encontrando e se entrelaçando em uma dança sensual. Enquanto o beijo se aprofundava, Cássia empinou o bumbum, pressionando-o ainda mais contra a ereção de Kalel, um convite explícito para que ele sentisse cada centímetro de seu desejo. A tensão s****l na cozinha era intensa, prometendo uma noite de intensa entrega. Com o beijo lento e provocante de Cássia, Kalel sentiu o desejo se agitar ainda mais. Suas mãos, que apertavam os s***s dela, foram até as alças finas da camisola. Com um movimento ágil e impaciente, ele as puxou para baixo, deslizando o tecido pelos ombros e costas dela. A camisola escorregou pelo corpo liso de Cássia, caindo no chão da cozinha com um sussurro quase inaudível. Cássia ficou nua, com sua pele tatuada reluzente sob a luz suave, toda perfumada. Kalel a virou, e começou a beijar suas costas, sentindo o calor e a maciez da pele cheirosa de Cássia. Ele traçou uma trilha de beijos úmidos, do pescoço até a base da coluna, sentindo o calor que emanava dela. Com um leve empurrão, ele inclinou o corpo de Cássia sobre a mesa da cozinha, fazendo com que ela apoiasse as mãos e ficasse de quatro, com a b***a empinada em sua direção. Ele pegou a garrafa de licor e derramou um filete sobre as costas dela, observando-o escorrer pela pele reluzente. Ele então começou a lamber, com sua língua traçando o caminho do licor, descendo lentamente, até alcançar o bu mbum. Com uma mordida suave e provocante, ele mordiscou as nádegas dela, ouvindo o gemido que escapou de seus lábios. Continuando a descida, Kalel se dedicou a um beijo grego intenso, com a língua explorando a entrada do cu dela com uma destreza que a fez arrepiar, enquanto aproveitava para mastu rbá-la. Cássia arqueou as costas, com o prazer já a dominando. Então, Kalel se abaixou, posicionando-se entre as pernas de Cássia. Com uma avidez quase faminta, ele começou a sugar a b****a dela, como se fosse uma fruta doce e suculenta, sua língua e lábios trabalhando em um ritmo que prometia levá-la ao delírio rapidamente. Com uma voracidade intensa, Kalel continuou a sugar e lamber a b****a de Cássia. Sua língua ágil e seus lábios famintos trabalhavam incansavelmente, provocando gem idos cada vez mais altos dela. O prazer de Cássia se intensificava a cada toque, a cada sucção, e seu corpo se arqueava sobre a mesa da cozinha. Ela agarrava a borda da mesa, os dedos brancos com a força com que se segurava, enquanto a b****a dela pulsava sob a boca dele. Os espasmos começaram, contrações prazerosas que sacudiam seu corpo. Cássia gritou pedindo para parar, as palavras embargadas pelo êxtase, e então gozou, uma onda poderosa de prazer que a deixou mole, tremendo e ofegante sobre a mesa. Sua b****a, agora melada e ainda pulsando, implorava por mais. Kalel sentiu o ápice dela, o cheiro dela, o sabor do g**o, preenchendo seus sentidos. Mas, no auge da excitação de Cássia e do desejo que ainda o consumia, ele se afastou, tirando a boca da intim idade dela. Cássia, ainda ofegante e com os olhos semiabertos, olhou para ele, confusa e implorando por mais. — Kalel? — Vou tomar banho. — Kalel disse, com um sorriso malicioso brincando em seus lábios. Ele a deixou ali, com a b****a melada e pulsando, sedenta por mais. Ele se afastou, rindo, e caminhou para o banheiro, deixando Cássia na mesa da cozinha, nua, excitada e completamente à mercê do desejo que ele havia despertado. A tortura, ele sabia, era a melhor forma de levá-la à loucura. A tirando do controle. Cássia permaneceu na mesa por alguns segundos, com o corpo ainda vibrando e a b****a melada e pulsante. A raiva momentânea deu lugar a uma risada deliciosa. Ele era um descarado, um provocador, e ela adorava. Aquele jogo era novo e excitante, e a antecipação era quase tão boa quanto o ato em si. Com um sorriso que não conseguia conter, Cássia se levantou da mesa, com o corpo nu se movendo com leveza. Pegou a garrafa de licor e deu mais um gole generoso, sentindo o líquido quente descer por sua garganta. "Ah, Kalel, seu safado!", ela pensou, com a diversão transbordando. Ela caminhou com passos decididos até o quarto. Procurou o pacote de camisinhas que ele havia comprado na farmácia e, com um sorriso ainda mais largo, pegou uma. O som do chuveiro em funcionamento ecoava do banheiro. Cássia se aproximou da porta, com o corpo ardendo em desejo e a camisinha na mão, e entrou, com o vapor quente preenchendo o ambiente. Cássia entrou no chuveiro. Kalel estava ali, com as costas voltadas para ela, a água escorrendo por seu corpo. Ele se virou ao sentir a presença dela, e seus olhos se encontraram. Um sorriso de desejo puro acendeu o rosto de Kalel. Sem palavras, Cássia se aproximou, com o corpo ardendo em antecipação. Ela o abraçou, com os lábios encontrando os dele em um beijo úmido e faminto. A água quente do chuveiro caía sobre eles, misturando-se aos seus beijos, aos seus suspiros. Com uma urgência sedenta, Cássia desceu uma das mãos até o p*u de Kalel, que já estava duro e pronto. Ela começou a masturbá-lo, seus dedos deslizando pela pele molhada com uma destreza que o fez gemer. O prazer daquele toque, aliado à intensidade do beijo e à água quente, era avassalador. Kalel correspondeu à altura. Suas mãos escorregaram pelo corpo de Cássia, explorando cada curva, cada centímetro da pele lisa e escorregadia. Ele sentia o desejo dela, a forma como ela se movia contra ele, e com os dedos, começou a mas turbá-la também. Mesmo sob a água corrente, ele percebeu a facilidade com que a i********e dela estava muito lubrificada, um sinal claro de sua excitação e do desejo ardente que a consumia. O chuveiro se tornou um santuário de prazer, onde a água abafava os gemidos e intensificava as sensações, preparando-os para o que viria a seguir.
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