A água quente do chuveiro escorria sobre os corpos n us de Kalel e Cássia, misturando-se aos seus beijos famintos e aos gemidos que escapavam de suas gargantas. As mãos de Kalel deslizavam pelo corpo dela, sentindo-a incrivelmente lubrificada, mesmo sob o fluxo constante da água. Seus dedos habilidosos encontraram o c**t óris dela, massageando-o com uma precisão e provocação que a fez arquear as costas e ofegar.
Enquanto a mast urbava com uma mão, a outra mão de Kalel desceu para a bu nda de Cássia, apertando-a firmemente. Ele a puxou para mais perto, sentindo a er eção pulsante dele pressionar a coxa dela. Cássia, sedenta por mais, envolveu uma de suas pernas na cintura dele, puxando-o para um encaixe mais íntiimo.
Kalel não perdeu tempo. Com um gemiido rouco, ele a virou de costas para o chuveiro, com a água caindo sobre ela. Ele a inclinou ligeiramente para a frente, apoiando-a contra o azulejo frio. A visão de Cássia nua sob a água, com a b****a molhada e convidativa, atiçou ainda mais seu desejo.
Ele se posicionou atrás dela, e, com um movimento lento e calculado, encaixou o p au na buc eta dela. A entrada foi fácil, suave, quase escorregadia, uma prova de quão lubrificada ela estava. Cássia ofegou, seus dedos agarrando os azulejos do banheiro, sentindo a familiaridade e a intensidade da pen etração.
Kalel começou a estocar, com os movimentos ritmados e profundos, impulsionados pela exciitação. O som dos corpos se chocando sob a água, os gemidos de Cássia e os seus próprios, preenchiam o pequeno banheiro. Ele a possuía ali, se sentindo um verdadeiro garanhão no chuveiro, no meio de uma ilha que ele m*l conhecia, com uma mulher que havia virado seu mundo de cabeça para baixo e nada mais lhe importava.
Os dois se mexiam em perfeita sintonia, com a água quente caindo sobre eles, lavando o suor e as preocupações. Cássia gemia o nome dele, as palavras se misturando ao som da água.
Kalel sentiu o prazer crescendo, um turbilhão que o levava para o limite. Com uma última série de estocadas fortes e poderosas, ele a segurou pelo quadril, agarrou seu cabelo e puxou.
Cássia gritou uma devassa, com seu corpo convulsionando em um orgasmo intenso, apertando o p au dele dentro de si. Kalel a seguiu segundos depois, gozando profundamente dentro dela, com um g emido de alívio e prazer escapando de seus lábios.
Exaustos, os dois permaneceram abraçados sob a água, com a respiração ofegante, sentindo a satisfação preencher cada fibra de seus corpos.
A água do chuveiro ainda caía sobre eles, lavando o suor e os resquícios do prazer. Cássia, com a cabeça apoiada no ombro de Kalel, soltou um suspiro, com o corpo ainda relaxado, mas a mente já voltando à sua habitual cautela.
— A gente não devia ter feito isso. — ela murmurou, com a voz baixa, quase uma constatação para si mesma.
Kalel riu, um som cínico e satisfeito que ecoou no pequeno banheiro. Ele a segurou mais firmemente, e com uma ousadia que ela não esperava, puxou levemente os cabelos dela para trás, fazendo-a inclinar a cabeça e olhar para ele. Seus olhos brilhavam com uma malícia e um desejo inabaláveis.
— Ah, não devíamos, é? — ele provocou, com a voz baixa e carregada de sensualidade. — Devíamos fazer muito mais, isso sim.
Cássia o olhou, e um misto de desejo e irritação brilhou em seus olhos. Com um movimento sutil do queixo, ela apontou para cima do vaso sanitário, onde tinha uma camisinha intacta.
— Sem camisinha, não. m*l te conheço, não sei nada de você. — ela disse, com a voz séria agora, com toda a leveza da provocação anterior desaparecendo. A fronteira entre o prazer e a responsabilidade era clara para ela.
Com uma determinação repentina, Cássia se afastou de Kalel. Ela pegou o sabonete e começou a se lavar, com movimentos firmes e sérios, encerrando o momento de i********e e impondo um limite inegociável. A atração ainda estava no ar, mas a realidade e as regras de Cássia haviam retornado com força total.
Kalel observava Cássia enquanto ela se lavava, com o corpo esguio e forte sob o chuveiro. A seriedade que ela demonstrava ao se ensaboar, após a intensidade da relação, era um contraste intrigante. Ele, por outro lado, riu baixinho, um riso que misturava desejo, diversão e uma ponta de incredulidade.
Seus olhos a seguiram com admiração e desejo, mesmo com o aviso dela sobre os limites. Aquela mulher era um labirinto, e ele estava fascinado em cada curva.
Cássia terminou seu banho primeiro. Desligou o chuveiro e pegou uma toalha limpa, enrolando-a no corpo com uma eficiência habitual. Sem dizer uma palavra, ela entregou uma toalha para Kalel e saiu do banheiro, indo direto para o quarto.
Kalel se apressou em se secar e, movido por um impulso irrefreável, foi atrás dela, completamente nu. Ao entrar no quarto, encontrou Cássia enrolada na toalha, arrumando a cama com movimentos precisos e metódicos, como se nada extraordinário tivesse acontecido.
A visão dela, tão prática e focada, fez com que Kalel ficasse um pouco mais sóbrio. A embriaguez do t***o e do licor começou a diminuir, dando lugar a uma observação mais aguda. Ele a olhou fixamente, intrigado. Havia algo na postura dela, na forma como ela evitava seu olhar, que o incomodou. Uma frieza sutil, uma distância que ele não esperava depois de tudo.
O ceticismo dela, que ele já havia percebido em outros momentos, parecia mais intenso agora. Kalel sentiu uma pontada de incerteza.
— Você está bem? — ele perguntou, com a voz um pouco confusa, sentindo que havia algo mais por trás daquela súbita seriedade.
— Eu sou perfeitamente saudável, pelo menos sexu almente falando.