Capítulo 30

1011 Words
Cássia sentiu o calor da raiva subir por seu corpo, queimando a mágoa e a tristeza. A voz de Kalel, com sua arrogância velada, era a gota d'água. Ela manteve a frieza no olhar, a postura rígida. Sem dizer uma palavra, virou-se e caminhou até a porta da sala. Abriu-a, a brisa noturna entrando no cômodo, e apontou para fora. — Vá embora. — A voz dela era baixa, mas carregada de uma autoridade que ele não esperava. — Eu não posso aceitar o seu dinheiro. E muito menos estar com alguém que foi capaz de mentir tanto assim. Kalel, com o rosto contraído pela ansiedade e pela bebida, recusou-se a recuar. Ele caminhou até ela, com seus passos pesados. — Cássia, por favor. Você pode me perdoar. Pode me aceitar. — Ele estendeu a mão, com sua voz suplicante. — Você mexeu comigo demais, de um modo que nenhuma outra mulher mexeu. Ele se aproximou ainda mais, a distância entre eles diminuindo perigosamente. Com uma urgência que beirava a agressividade, Kalel a segurou pela cintura, quase à força, e com a outra mão na nuca dela, puxou-a para mais perto. Seus olhos, embriagados e desesperados, fixaram-se nos dela, enquanto as lágrimas escorriam pelo rosto de Cássia, que estava completamente arrasada pela invasão de sua dor e de seu espaço. Kalel a segurava com uma intensidade desesperada, seus olhos fixos nos dela. Em um movimento impetuoso, ele a beijou, inicialmente com uma força que buscava impor sua vontade, mas que rapidamente se transformou em algo mais. Cássia, arrasada pelo luto, pela dor da perda e da humilhação, e consumida pelo desejo que ainda ardia entre eles, correspondeu ardentemente. Seus lábios se uniram em um turbilhão de emoções, com a paixão há muito reprimida explodindo em um beijo profundo e sem reservas. Ela não lutou, não resistiu; a necessidade de calor humano, de esquecer a dor, a fez ceder. Com um movimento rápido, Kalel fechou a porta da sala com o pé, selando-os em seu mundo particular. Sem quebrar o beijo, ele começou a beijá-la pelo corpo todo, com seus lábios descendo pelo pescoço, clavículas, até chegar aos s***s. Com delicadeza e voracidade, ele os deixou à mostra, beijando e chupando-os com um desejo avassalador. Cássia gemia, com suas mãos se agarrando aos cabelos dele, impulsionando-o para mais perto. Sem soltá-la, Kalel a ergueu em seus braços, Cássia abraçada de frente a ele, com suas pernas entrelaçadas na cintura dele. Ele a carregou para o quarto, a cada passo sentindo o calor e a rendição do corpo dela contra o seu. No colo dele, o choro de Cássia parou, dando lugar aos beijos, e a dor que a consumia se fundia ao desejo que os unia. Ele a levou para a cama, em uma dança de corpos que prometia um alívio, ainda que temporário, para a tormenta em suas almas. Kalel a soltou suavemente no chão, mas não a afastou. Em vez disso, ele a encostou de costas na parede, sentindo o calor do corpo dela contra a superfície fria. Seus lábios não se afastaram, e ele continuou a beijá-la pelo corpo todo, uma trilha ardente de beijos que descia do pescoço, passando pelos ombros, s***s e ventre, enquanto as mãos de Cássia se emaranhavam em seus cabelos, puxando-o para mais perto. Com um movimento gentil, mas decidido, ele tirou o baby doll que ela vestia, o tecido leve escorregando pelo corpo dela até o chão, deixando-a completamente nua. A visão dela, tão vulnerável e desejável, acendeu ainda mais o fogo dentro dele. Kalel então a segurou, com os corpos se chocando em um encaixe perfeito. Seus lábios se encontraram novamente em um beijo ardente, uma explosão de desejo que consumia ambos. Enquanto a beijava profundamente, sua mão desceu e os dedos engrandeceram na i********e dela, encontrando-a já molhada e quente. Ele começou a masturbá-la com uma intensidade que a fez ofegar, com os gemidos escapando de sua garganta enquanto o prazer se espalhava por cada fibra de seu ser. Kalel subiu pelo corpo de Cássia, beijando seu pescoço com fervor, depois descendo para seus s***s, que ele chupou vorazmente, os lábios e a língua explorando cada milímetro da pele sensível. Cássia arfava, com as mãos emaranhadas nos cabelos dele. Impulsionado por uma saudade louca e um desejo que parecia beirar o desespero, Kalel se abaixou, com o corpo trêmulo, e começou a chupar a i********e dela. A língua quente e úmida de Kalel explorava cada curva, cada canto, e Cássia sentia seu corpo se contrair em ondas de prazer. Ele a chupava deliciosamente, com uma intensidade que a levava cada vez mais perto do limite. Um grito abafado escapou da garganta de Cássia enquanto ela alcançava o orgasmo, com seu corpo convulsionando sob o toque hábil dele. Quando o êxtase diminuiu, Kalel a soltou. Ele a guiou para a cama, continuando a masturbá-la com a mão, mantendo-a no limiar do prazer. Com um movimento suave e carregado de desejo, ele a colocou de quatro na beirada da cama, com o corpo dela se curvando em uma posição convidativa. Cássia estava de quatro na beirada da cama, o corpo curvado em antecipação. Uma confusão de emoções a invadia: a dor, o luto, a raiva, e um desejo genuíno de estar com Kalel uma última vez. Naquele momento, em meio ao caos de sua vida, ela se sentia verdadeiramente mulher, amada na i********e, e essa sensação era um bálsamo. Kalel, com os olhos fixos nela, despiu-se em instantes. A visão de seu corpo nu, e ansioso, fez o coração de Cássia acelerar. Ele se aproximou, e, com um toque leve, passou o p*u na i********e dela, que estava muito molhada, lubrificada, respondendo ao desejo latente. Com um gemido baixo, ele se enfiou dentro dela lentamente, saboreando cada milímetro da penetração. A sensação de tê-la novamente, tão apertada como da primeira vez que ficaram, o envolveu por completo. O mundo exterior desapareceu, restando apenas o calor de seus corpos, a respiração ofegante e o ritmo que prometia esquecer, por alguns instantes, a dura realidade.
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