8 de maio de 2015, Morro do Batan, Realengo Foi por um breve instante que eu consegui ver o quanto aquilo o afetou, mas um instante muito rápido onde eu vi uma tristeza que eu não saberia descrever. Realmente mexeu comigo, apesar de ele logo voltar a ter o semblante bem casual, relaxar os ombros e continuar falando qualquer besteira e rindo. A cerveja chegou a parecer mais amarga. — Naval! — chamaram no lado de fora. Ele se levantou com sua cerveja e foi à porta, nem se demorou ‘pra entrar com as quentinhas. Parecendo zeloso, pegou uma bandeja bonita para servir o que eu identifiquei rápido como a refeição das crianças. Fez um jarro do tal suco de laranja com muito gelo; deixou os copos. Jamais imaginaria o chefe de qualquer lugar fazendo aquele tipo de coisa. — Por que não tem empr

