11 de maio de 2015, Morro do Batan, Realengo Não me incomodei de passar aquele dia com Alma. Miguel melhorou, mas não saí com ele. A situação com Piloto permaneceu incerta. O GPS apontava seu carro parado na Zona Sul e eu ainda não tinha comunicação com ele ou os carinhas que mandei. Obviamente, foi um dia inquieto. Só parei com a cerveja quando me senti chapar, Alma já ‘tava chapadinha também — acabamos nos distraindo. Ela jantou conosco, mas chovia e a convidei a pernoitar em casa — nem tinha outras intenções. Pati continuou com a gente e me recolhi cedo, por volta das dez — isso ‘pra não explodir de ansiedade. DG assumiu, o que me deu tranquilidade. Não tomei remédio ‘pra febre por causa de toda a cerveja. De verdade, eu ‘tava merecendo um bom descanso há algum tempo e, naquela n

