Capítulo 51. Morno

1088 Words

17 de maio de 2015, Morro do Batan, Realengo Subimos ao meu quarto e ela se esforçou ‘pra fazer a noite valer a pena — valeu, eu confesso —, ainda terminou sobre mim ‘pra fazer uma massagem. — ‘Cê vai encontrar poucas por aí com as minhas mãos mágicas? — Ela sussurrou em meu ouvido, rindo. Porrä, realmente mágicas. Foi uma das poucas vezes em que nem o tesäo bastou ‘pra me manter acordado. Tive um sono de muita qualidade, mas ainda acordei com o sol — padrão. Alma ‘tava agarrada em mim. Fechava os olhos com força e me apertava enquanto algumas lágrimas corriam seu rosto — talvez fosse um sonho ruïm. Permaneci na cama, acariciando seus cabelos e olhando a janela. Mais um dia e, dessa vez, o dia iniciaria com a notícia de guerra para os meus. Por volta das cinco, foi quando ela acordo

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