Capítulo 22. Uma Superproteção Diferente

1043 Words

10 de maio de 2015, Morro do Batan, Realengo Fazia um tempo que eu não tinha ninguém como ela. A gana foi tanta que eu quis dar outra, mas o maldito rádio me atrapalhou e eu precisei parar. A pele parda dela já estava vermelhinha. Seus olhos estavam pequenos, nítido sinal de sono... confirmado por um bocejo que ela tentou omitir. Sentei na cama, mantendo a carícia em seu corpo enquanto ouvi a tropa reportar o fim do baile; quem entrou, quem saiu, quem vacilou, quem pagou... — A ordem da semana é suave... ‘Cês já sabem. O único que tem mais coisas ‘pra fazer é Piloto, mas ele ‘tá encaminhado. Flávio vai assumir a oficina. Todos eles assentiram seguidamente. — Atividade, tropa! — alertei ao fim. Alma já parecia cochilar e eu optei por não atrapalhar. Sua pele estava arrepiada e, não s

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