13 de maio de 2015, Morro do Batan, Realengo Ele me apresentou o largo espaço da piscina. Recorreu ao seu cigarro, como disse que faria, e me tomou pela cintura ‘pra me levar à beira da piscina. — Não precisará cozinhar por hoje... — Eu o olhei, tentando falar de qualquer coisa que não fosse imprimir ainda mais timidez em mim. — Nem por um tempo! — riu. A churrasqueira tinha uma portinhola. Ao abrir, o cheiro de churrasco logo saiu. Não estava acesa, mas ainda estava quente e tinha uma grande bandeja. Era bastante carne. Eric ajeitou uma mesa perto de mim e pegou uma cadeira para ele se sentar. A cadeira tinha um braço largo o suficiente para ele pôr as pistolas. — Música? — Ele ofereceu. — Pode ser um pagode... Ele assentiu com a cabeça e mexeu no telefone ‘pra colocar a música n

