Capítulo 9. Estranho Agradável

1064 Words

6 de maio de 2015, Morro do Batan, Realengo Enquanto ele ‘tava na cozinha, só deu ‘pra ouvir o rádio e ele dando ordem, realmente agia como chefe. Ele era branquinho, não tão alto, mas de compleição forte. Tinha o cabelo curto e o olhar era forte, muito expressivo, gritava que ele ‘tava com raiva. — Sua água! — Ele falou quando voltou à sala. Deixou o rádio sobre a bancada da cozinha com volume mais baixo, se aproximou com um jarro e um copo vazio, colocando ambos sobre a mesa de centro. — Conta tua história triste... Passando de novo na cozinha, ele voltou com uma lata de cerveja e se sentou no sofá a minha frente. Cruzou as pernas e me olhou, autoritário. — E-eu... Meu ex... é doido. Ameaçou me matar. — De onde ele é? — São Paulo. Zona Norte. — Respirei fundo. — Faccionado? —

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