Capítulo 10. O Safado e a Intrometida

1102 Words

7 de maio de 2015, Morro do Batan, Realengo Assim que a gente terminou aquela cerveja, eu levei Alma ‘pra um dos quartos. Realmente tranquei e voltei à sala ‘pra esperar nosso jantar chegar. Não demorou, mas foi o suficiente ‘pra eu tirar um cochilo sagaz no meu sofá. Ainda tinha um sono da porrä, mas acordei com uns murmúrios na porta. Olhei pela janela e Miguel ‘tava recostado na parede, de cabeça levantada e olhos fechados enquanto Suelen ‘tava ajoelhada, rezando ao santo do paü oco. Meneei a cabeça e segui à cozinha. As refeições já estavam sobre a bancada. Ainda estavam quentes e até bem servidas, sinal que ele foi quem recebeu. Olhando no relógio, era meia-noite. Peguei outra cerveja na geladeira e abri. Foi o suficiente ‘pra Miguel entender que devia entrar — não demorou mais

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