Quando Leandro retornou à sala, seu sorriso amigável era como um raio de sol, e eu não pude evitar retribuir o gesto. Sua presença era cativante, e eu estava genuinamente ansiosa para começar a trabalhar com ele. — Parece que o Vitor ficou um pouco enciumado lá fora, não é mesmo? — Leandro comentou, seus olhos brilhando com um toque de diversão. Eu ri suavemente, sentindo-me quase cúmplice da situação. — Você também percebeu? — respondi, achando aquilo divertido. — Ele tem esse lado superprotetor, para dizer o mínimo. Leandro riu, concordando com um aceno de cabeça. — Bom, eu não quero causar problemas. Se ele preferir que eu mantenha uma distância segura, não será um problema para mim. — Não se preocupe, ele vai se acostumar. É só a maneira dele mostrar que se importa. — assegurei a L

