Capítulo 22: O Fantasma do Passado Eu aprendi cedo que silêncio podia ser mais assustador que qualquer ameaça. E naquela manhã, quando vi rosto do Ares mudar depois de ler aquela mensagem, entendi que algo tinha acabado de despertar. Ele não era mais apenas o homem parado diante de mim, com minha mão nos dedos dele depois do meu "eu fico porque eu decidi". Ele era o líder que todos temiam. O homem que fazia impérios tremerem. E isso tinha voltado pros ombros dele em dois segundos. Soltei mão dele lentamente, observando como olhos dele perdiam pouco de humanidade que ele tinha deixado escapar minutos antes, quando prometeu que ninguém mais decidiria meu destino além de mim. — O que aconteceu? — perguntei. Ares bloqueou celular e colocou sobre mesa. Mas eu já conhecia aquele olhar. Er

